{"id":6763,"date":"2017-03-10T19:46:57","date_gmt":"2017-03-10T19:46:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?page_id=6763"},"modified":"2024-07-23T17:59:04","modified_gmt":"2024-07-23T17:59:04","slug":"perspectivas-pastorais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/perspectivas-pastorais\/","title":{"rendered":"Perspectivas Pastorais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Resumo das sess\u00f5es de Janeiro e Fevereiro, ambas inteiramente dedicadas ao Cap\u00edtulo VI, ALGUMAS PERSPECTIVAS PASTORAIS, da Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cAmoris laetitia\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste cap\u00edtulo, o Papa indica algumas vias pastorais que se destinam \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias s\u00f3lidas e que vivam conforme o plano de Deus.<br \/>\nRecorrendo \u00e0s rela\u00e7\u00f5es conclusivas dos dois s\u00ednodos sobre a fam\u00edlia, o Papa indica alguns desafios, mas refere que compete \u00e0s comunidades elaborar propostas pr\u00e1ticas e eficazes, que tenham em conta as necessidades espec\u00edficas de cada local.<br \/>\nSendo as fam\u00edlias crist\u00e3s o sujeito e n\u00e3o apenas objecto da evangeliza\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio o seu envolvimento na Pastoral Familiar, pois \u00e9 das suas diferentes experi\u00eancias que podem surgir as melhores p\u00e1ticas pastorais.<br \/>\n\u201cA principal contribui\u00e7\u00e3o para a pastoral familiar \u00e9 oferecida pela par\u00f3quia, que \u00e9 uma fam\u00edlia de fam\u00edlias, onde se harmonizam os contributos das pequenas comunidades e movimentos eclesiais.\u201d(AL 202)<br \/>\nConsiderando os complexos problemas existentes em muitas das fam\u00edlias, designadamente os casos de viol\u00eancia e abuso sexual, \u00e9 fundamental que haja uma prepara\u00e7\u00e3o adequada dos agentes de pastoral familiar. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio formar agentes leigos de pastoral familiar, com a ajuda de psicopedagogos, m\u00e9dicos de fam\u00edlia, m\u00e9dicos de comunidade, assistentes sociais, advogados de menores e fam\u00edlia, predispondo-os para receber as contribui\u00e7\u00f5es da psicologia, sociologia, sexologia e at\u00e9 aconselhamento. \u201d (AL 204)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Guiar os noivos no caminho de prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio \u00e9 uma das quest\u00f5es que \u00e9 abordada na Exorta\u00e7\u00e3o. Este tema, motivou um amplo debate centrado nos desafios colocados na Exorta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nHouve uma opini\u00e3o generalizada quanto \u00e0 necessidade de os noivos terem uma forma\u00e7\u00e3o adequada para o matrim\u00f3nio, no sentido de os ajudar a descobrir o verdadeiro significado da uni\u00e3o que se prop\u00f5em realizar. Nesse percurso, torna-se necess\u00e1rio que os noivos se identifiquem com o matrim\u00f3nio, n\u00e3o como um simples contrato jur\u00eddico, mas como uma voca\u00e7\u00e3o que \u00e9 aben\u00e7oada por Deus. \u00c9 urgente que os noivos entendam que o matrim\u00f3nio como sacramento \u00e9 sinal do pr\u00f3prio amor de Deus e realiza a mesma rela\u00e7\u00e3o de amor de Cristo pela Igreja sua esposa. Pelo sacramento os c\u00f4njuges s\u00e3o chamados a uma intima comunh\u00e3o de vida e de amor entre eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caminho de prepara\u00e7\u00e3o, os noivos deviam ser ajudados a compreender o que \u00e9 o amor e os compromissos decorrentes do matrim\u00f3nio, para que n\u00e3o o considerem como fim do caminho, mas o in\u00edcio de uma vida que obriga a enfrentarem juntos prova\u00e7\u00f5es e momentos dif\u00edceis.<br \/>\nRelativamente \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o que a Igreja oferece, os cursos de prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio, a opini\u00e3o da maioria dos presentes, uns por experi\u00eancia pr\u00f3pria e outros de forma indirecta, foi a de que n\u00e3o a considera suficiente, uma vez que o conte\u00fado program\u00e1tico e a dura\u00e7\u00e3o desses cursos n\u00e3o permitem aos noivos a aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimentos capazes de os ajudar a enfrentar os problemas consequentes de uma vida matrimonial.<br \/>\nUm dos factos que ilustra perfeitamente a deficiente prepara\u00e7\u00e3o \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de que muitos dos noivos colocam mais empenho nos convites, na roupa, na festa, em aspectos puramente econ\u00f3micos, do que na celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica. Esta situa\u00e7\u00e3o merece do Papa o seguinte coment\u00e1rio: \u201cQueridos noivos, tende a coragem de ser diferentes, n\u00e3o vos deixeis devorar pela sociedade do consumo e da apar\u00eancia.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O acompanhamento nos primeiros anos de vida matrimonial faz parte de uma das preocupa\u00e7\u00f5es constantes na Exorta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u00c9 nos primeiros anos de vida conjugal que os c\u00f4njuges s\u00e3o incapazes de enfrentar e ultrapassar as dificuldades que surgem. Nesse tempo, \u00e9 frequente a exist\u00eancia de crises, muitas delas resultantes de os noivos n\u00e3o terem tomado consci\u00eancia dos desafios e do verdadeiro sentido do matrim\u00f3nio, durante prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio e no tempo de noivado.<br \/>\nAs expectativas demasiado altas sobre a vida conjugal, a incapacidade de se doarem com generosidade e a incompreens\u00e3o do matrim\u00f3nio como um projecto de felicidade de ambos, s\u00e3o factores que contribuem para que os c\u00f4njuges n\u00e3o consigam gerir e superar as crises, levando-os a tomar a decis\u00e3o, muitas vezes precipitada, de partir para uma separa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nE a separa\u00e7\u00e3o, que devia ser usada como o \u00faltimo dos recursos, torna-se o primeiro, mesmo quando ela causa sofrimento em ambos os membros do casal ou apenas num s\u00f3. Este sofrimento pode ser ainda sentido pelos filhos, caso os haja, pois eles s\u00e3o os mais prejudicados num processo de separa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre v\u00edtimas inocentes.<br \/>\nA Pastoral Familiar pode ter um papel decisivo no acompanhamento dos primeiros anos de matrim\u00f3nio, pois ela poder\u00e1 ajudar os casais a entender e superar as crises, angustias e dificuldades. Por isso, \u00e9 que o Papa nos diz: \u201cHoje, a Pastoral Familiar deve ser fundamentalmente mission\u00e1ria, em sa\u00edda, por aproxima\u00e7\u00e3o, em vez de se reduzir a ser uma f\u00e1brica de cursos, a que poucos assistem. \u201c<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa aponta \u00e0 Igreja a atitude que deve ser seguida com os que vivem uma situa\u00e7\u00e3o de ruptura ou de div\u00f3rcio. Neste sentido, o Papa advoga que n\u00e3o haja marginaliza\u00e7\u00e3o, mas sempre um processo que leve ao acolhimento, \u00e0 compreens\u00e3o, especialmente daqueles que sofreram injustamente a separa\u00e7\u00e3o ou foram obrigados, por raz\u00f5es de viol\u00eancia ou outras, a optar pelo div\u00f3rcio.<br \/>\nTamb\u00e9m, as pessoas divorciadas que n\u00e3o voltaram a casar devem ser acolhidas e encorajadas a encontrar na Eucaristia o alimento que as ajude.<br \/>\nQuanto \u00e0s pessoas divorciadas que vivem uma nova uni\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que a Igreja os fa\u00e7a sentir que n\u00e3o est\u00e3o excomungadas. A comunidade crist\u00e3 deve acolher estas pessoas e cuidar delas, porque o cuidado com elas n\u00e3o pode ser visto como um enfraquecimento da f\u00e9, mas como uma express\u00e3o de caridade.<br \/>\nEmbora a Exorta\u00e7\u00e3o n\u00e3o refira a possibilidade dos divorciados que vivem uma nova uni\u00e3o passarem a ter acesso \u00e0 comunh\u00e3o, o Papa prop\u00f5e que pessoas nesta situa\u00e7\u00e3o irregular sejam acompanhadas e pede que seja feito um caminho de discernimento sobre a sua situa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA Exorta\u00e7\u00e3o refere ainda que\u201d as comunidades crist\u00e3s n\u00e3o devem deixar sozinhos os pais divorciados que vivem numa nova uni\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, devem integr\u00e1-los e acompanh\u00e1-los na sua fun\u00e7\u00e3o educativa.<br \/>\nRelativamente aos processos de reconhecimento da nulidade do matrim\u00f3nio, uma prerrogativa prevista no C\u00f3digo de Direito Can\u00f3nico, o Papa recomenda que se tornem mais acess\u00edveis, \u00e1geis e, tanto quanto poss\u00edvel, sem custos para os requerentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A uni\u00e3o entre pessoas homossexuais tamb\u00e9m foi mat\u00e9ria que mereceu uma reflex\u00e3o. Os padres sinodais conclu\u00edram que esta situa\u00e7\u00e3o nunca poder\u00e1 ser equiparada ao matrim\u00f3nio, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 fundamento algum que permita analogias entre as uni\u00f5es homossexuais e o des\u00edgnio de Deus sobre o matrim\u00f3nio e a fam\u00edlia.<br \/>\nO Papa chama \u00e0 aten\u00e7\u00e3o para o respeito e a recusa de qualquer forma de discrimina\u00e7\u00e3o que a comunidade deve evidenciar, face \u00e0s fam\u00edlias que t\u00eam pessoas com tend\u00eancia homossexual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A an\u00e1lise dos conte\u00fados deste cap\u00edtulo e a forma como foram debatidos pelo elevado n\u00famero de participantes nas duas sess\u00f5es, permitiu aos presentes identificarem-se com muitos dos problemas actuais das fam\u00edlias e, ainda, tomarem consci\u00eancia dos desafios e do caminho para o exerc\u00edcio de uma Pastoral Familiar capaz de ajudar a construir fam\u00edlias crist\u00e3s, que vivam segundo o plano de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/Apresenta\u00e7\u00e3o-cap\u00edtulo-VI.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>APRESENTA\u00c7\u00c3O DAS SESS\u00d5ES DE JANEIRO E FEVEREIRO<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo das sess\u00f5es de Janeiro e Fevereiro, ambas inteiramente dedicadas ao Cap\u00edtulo VI, ALGUMAS PERSPECTIVAS PASTORAIS, da Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cAmoris laetitia\u201d. 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Este tema, motivou um amplo debate centrado nos desafios colocados na Exorta\u00e7\u00e3o. Houve uma opini\u00e3o generalizada quanto \u00e0 necessidade de os noivos terem uma forma\u00e7\u00e3o adequada para o matrim\u00f3nio, no sentido de os ajudar a descobrir o verdadeiro significado da uni\u00e3o que se prop\u00f5em realizar. Nesse percurso, torna-se necess\u00e1rio que os noivos se identifiquem com o matrim\u00f3nio, n\u00e3o como um simples contrato jur\u00eddico, mas como uma voca\u00e7\u00e3o que \u00e9 aben\u00e7oada por Deus. \u00c9 urgente que os noivos entendam que o matrim\u00f3nio como sacramento \u00e9 sinal do pr\u00f3prio amor de Deus e realiza a mesma rela\u00e7\u00e3o de amor de Cristo pela Igreja sua esposa. Pelo sacramento os c\u00f4njuges s\u00e3o chamados a uma intima comunh\u00e3o de vida e de amor entre eles. No caminho de prepara\u00e7\u00e3o, os noivos deviam ser ajudados a compreender o que \u00e9 o amor e os compromissos decorrentes do matrim\u00f3nio, para que n\u00e3o o considerem como fim do caminho, mas o in\u00edcio de uma vida que obriga a enfrentarem juntos prova\u00e7\u00f5es e momentos dif\u00edceis. Relativamente \u00e0 prepara\u00e7\u00e3o que a Igreja oferece, os cursos de prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio, a opini\u00e3o da maioria dos presentes, uns por experi\u00eancia pr\u00f3pria e outros de forma indirecta, foi a de que n\u00e3o a considera suficiente, uma vez que o conte\u00fado program\u00e1tico e a dura\u00e7\u00e3o desses cursos n\u00e3o permitem aos noivos a aquisi\u00e7\u00e3o de conhecimentos capazes de os ajudar a enfrentar os problemas consequentes de uma vida matrimonial. Um dos factos que ilustra perfeitamente a deficiente prepara\u00e7\u00e3o \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o de que muitos dos noivos colocam mais empenho nos convites, na roupa, na festa, em aspectos puramente econ\u00f3micos, do que na celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica. Esta situa\u00e7\u00e3o merece do Papa o seguinte coment\u00e1rio: \u201cQueridos noivos, tende a coragem de ser diferentes, n\u00e3o vos deixeis devorar pela sociedade do consumo e da apar\u00eancia.\u201d O acompanhamento nos primeiros anos de vida matrimonial faz parte de uma das preocupa\u00e7\u00f5es constantes na Exorta\u00e7\u00e3o. \u00c9 nos primeiros anos de vida conjugal que os c\u00f4njuges s\u00e3o incapazes de enfrentar e ultrapassar as dificuldades que surgem. Nesse tempo, \u00e9 frequente a exist\u00eancia de crises, muitas delas resultantes de os noivos n\u00e3o terem tomado consci\u00eancia dos desafios e do verdadeiro sentido do matrim\u00f3nio, durante prepara\u00e7\u00e3o para o matrim\u00f3nio e no tempo de noivado. As expectativas demasiado altas sobre a vida conjugal, a incapacidade de se doarem com generosidade e a incompreens\u00e3o do matrim\u00f3nio como um projecto de felicidade de ambos, s\u00e3o factores que contribuem para que os c\u00f4njuges n\u00e3o consigam gerir e superar as crises, levando-os a tomar a decis\u00e3o, muitas vezes precipitada, de partir para uma separa\u00e7\u00e3o. E a separa\u00e7\u00e3o, que devia ser usada como o \u00faltimo dos recursos, torna-se o primeiro, mesmo quando ela causa sofrimento em ambos os membros do casal ou apenas num s\u00f3. Este sofrimento pode ser ainda sentido pelos filhos, caso os haja, pois eles s\u00e3o os mais prejudicados num processo de separa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o sempre v\u00edtimas inocentes. A Pastoral Familiar pode ter um papel decisivo no acompanhamento dos primeiros anos de matrim\u00f3nio, pois ela poder\u00e1 ajudar os casais a entender e superar as crises, angustias e dificuldades. Por isso, \u00e9 que o Papa nos diz: \u201cHoje, a Pastoral Familiar deve ser fundamentalmente mission\u00e1ria, em sa\u00edda, por aproxima\u00e7\u00e3o, em vez de se reduzir a ser uma f\u00e1brica de cursos, a que poucos assistem. \u201c O Papa aponta \u00e0 Igreja a atitude que deve ser seguida com os que vivem uma situa\u00e7\u00e3o de ruptura ou de div\u00f3rcio. Neste sentido, o Papa advoga que n\u00e3o haja marginaliza\u00e7\u00e3o, mas sempre um processo que leve ao acolhimento, \u00e0 compreens\u00e3o, especialmente daqueles que sofreram injustamente a separa\u00e7\u00e3o ou foram obrigados, por raz\u00f5es de viol\u00eancia ou outras, a optar pelo div\u00f3rcio. Tamb\u00e9m, as pessoas divorciadas que n\u00e3o voltaram a casar devem ser acolhidas e encorajadas a encontrar na Eucaristia o alimento que as ajude. Quanto \u00e0s pessoas divorciadas que vivem uma nova uni\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que a Igreja os fa\u00e7a sentir que n\u00e3o est\u00e3o excomungadas. A comunidade crist\u00e3 deve acolher estas pessoas e cuidar delas, porque o cuidado com elas n\u00e3o pode ser visto como um enfraquecimento da f\u00e9, mas como uma express\u00e3o de caridade. Embora a Exorta\u00e7\u00e3o n\u00e3o refira a possibilidade dos divorciados que vivem uma nova uni\u00e3o passarem a ter acesso \u00e0 comunh\u00e3o, o Papa prop\u00f5e que pessoas nesta situa\u00e7\u00e3o irregular sejam acompanhadas e pede que seja feito um caminho de discernimento sobre a sua situa\u00e7\u00e3o. A Exorta\u00e7\u00e3o refere ainda que\u201d as comunidades crist\u00e3s n\u00e3o devem deixar sozinhos os pais divorciados que vivem numa nova uni\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, devem integr\u00e1-los e acompanh\u00e1-los na sua fun\u00e7\u00e3o educativa. 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