{"id":28448,"date":"2024-02-21T11:07:05","date_gmt":"2024-02-21T11:07:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=28448"},"modified":"2024-02-21T11:07:05","modified_gmt":"2024-02-21T11:07:05","slug":"jacinta-e-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/jacinta-e-francisco\/","title":{"rendered":"Jacinta e Francisco!"},"content":{"rendered":"<p>Celebr\u00e1mos ontem, dia 20, o dia dos Santos pastorinhos Jacinta e Francisco Marto. Nos tempos de imensa tribula\u00e7\u00e3o em que vivemos, estes dois meninos s\u00e3o uma luz acesa traduzida em esperan\u00e7a e em amor.<\/p>\n<p>Ensinaram-nos, com a sua vida e com a forma como viveram a pr\u00f3pria morte, que tudo se pode transformar em d\u00e1diva mesmo quando a tormenta \u00e9 imensa. Mostraram-nos como ter f\u00e9 em Deus e como viver essa f\u00e9 de uma forma totalmente gratuita e entregue. Estas crian\u00e7as n\u00e3o esperavam a visita de Nossa Senhora, mas tiveram-na. Foram protagonistas de uma das maiores gra\u00e7as do pr\u00f3prio Deus que se fez presente atrav\u00e9s da presen\u00e7a de uma M\u00e3e capaz de ser sempre colo.<\/p>\n<p>Jacinta e Francisco eram crian\u00e7as pobres e simples. Foram escolhidos para ser testemunhas do pr\u00f3prio C\u00e9u, que tantas vezes se dilui com a terra e com as nossas profundas fraquezas e falhas. Trouxeram-nos a mensagem que precisamos, ainda hoje, para viver as nossas vidas. Disseram-nos que a luz de Deus arde, mas n\u00e3o queima nem d\u00f3i. Disseram-nos que o prop\u00f3sito da vida \u00e9 entreg\u00e1-la, sempre, a quem j\u00e1 no-la tinha dado.<\/p>\n<p>Somos descendentes das apari\u00e7\u00f5es e temos a obriga\u00e7\u00e3o de as viver no presente. Somos continua\u00e7\u00e3o da \u201cSenhora mais brilhante que o Sol\u201d que se vestiu de luz e de amor para nos salvar a vida tantas e tantas vezes. Salvar-nos, principalmente, de n\u00f3s pr\u00f3prios e das nossas incredulidades.<\/p>\n<p>A santidade da Jacinta e do Francisco vem trazer-nos a possibilidade da nossa pr\u00f3pria santidade. \u00c9 simples viver entregue ao Pai. Basta-nos mergulhar numa constante rendi\u00e7\u00e3o a um amor que n\u00e3o tem prazo, tempo ou espa\u00e7o.<\/p>\n<p>O milagre que viveram estas crian\u00e7as, acompanhados tamb\u00e9m da sua prima L\u00facia, vem mostrar-nos que a rocha que nos sustenta \u00e9 sempre maior do que as ondas galopantes que o mar da vida nos pode trazer. Veio trazer-nos a esperan\u00e7a de dias melhores, mais condizentes com a paz que toda a humanidade tem o direito a viver e a experimentar, seja qual for a sua condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos deixar passar este dia e esta celebra\u00e7\u00e3o em branco. Pedem-nos, estes meninos, que saibamos viver cada dia como se f\u00f4ssemos uma ora\u00e7\u00e3o dita pelas m\u00e3os do pr\u00f3prio Deus.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s est\u00e1vamos a arder naquela luz que \u00e9 Deus e n\u00e3o nos queim\u00e1vamos\u201d<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">(\u00a9 iMissio)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Celebr\u00e1mos ontem, dia 20, o dia dos Santos pastorinhos Jacinta e Francisco Marto. Nos tempos de imensa tribula\u00e7\u00e3o em que vivemos, estes dois meninos s\u00e3o uma luz acesa traduzida em esperan\u00e7a e em amor. Ensinaram-nos, com a sua vida e com a forma como viveram a pr\u00f3pria morte, que tudo se pode transformar em d\u00e1diva mesmo quando a tormenta \u00e9 imensa. Mostraram-nos como ter f\u00e9 em Deus e como viver essa f\u00e9 de uma forma totalmente gratuita e entregue. Estas crian\u00e7as n\u00e3o esperavam a visita de Nossa Senhora, mas tiveram-na. Foram protagonistas de uma das maiores gra\u00e7as do pr\u00f3prio Deus que se fez presente atrav\u00e9s da presen\u00e7a de uma M\u00e3e capaz de ser sempre colo. Jacinta e Francisco eram crian\u00e7as pobres e simples. Foram escolhidos para ser testemunhas do pr\u00f3prio C\u00e9u, que tantas vezes se dilui com a terra e com as nossas profundas fraquezas e falhas. Trouxeram-nos a mensagem que precisamos, ainda hoje, para viver as nossas vidas. Disseram-nos que a luz de Deus arde, mas n\u00e3o queima nem d\u00f3i. Disseram-nos que o prop\u00f3sito da vida \u00e9 entreg\u00e1-la, sempre, a quem j\u00e1 no-la tinha dado. Somos descendentes das apari\u00e7\u00f5es e temos a obriga\u00e7\u00e3o de as viver no presente. Somos continua\u00e7\u00e3o da \u201cSenhora mais brilhante que o Sol\u201d que se vestiu de luz e de amor para nos salvar a vida tantas e tantas vezes. Salvar-nos, principalmente, de n\u00f3s pr\u00f3prios e das nossas incredulidades. A santidade da Jacinta e do Francisco vem trazer-nos a possibilidade da nossa pr\u00f3pria santidade. \u00c9 simples viver entregue ao Pai. Basta-nos mergulhar numa constante rendi\u00e7\u00e3o a um amor que n\u00e3o tem prazo, tempo ou espa\u00e7o. O milagre que viveram estas crian\u00e7as, acompanhados tamb\u00e9m da sua prima L\u00facia, vem mostrar-nos que a rocha que nos sustenta \u00e9 sempre maior do que as ondas galopantes que o mar da vida nos pode trazer. Veio trazer-nos a esperan\u00e7a de dias melhores, mais condizentes com a paz que toda a humanidade tem o direito a viver e a experimentar, seja qual for a sua condi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o podemos deixar passar este dia e esta celebra\u00e7\u00e3o em branco. 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