{"id":28634,"date":"2024-04-06T14:58:22","date_gmt":"2024-04-06T14:58:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=28634"},"modified":"2024-09-17T22:12:55","modified_gmt":"2024-09-17T22:12:55","slug":"ii-domingo-da-pascoa-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/ii-domingo-da-pascoa-2\/","title":{"rendered":"II Domingo da P\u00e1scoa"},"content":{"rendered":"<p>Com o Domingo da P\u00e1scoa da Ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor iniciou-se um novo tempo lit\u00fargico, o Tempo Pascal, que se prolongar\u00e1 at\u00e9 ao Domingo de Pentecostes.<br \/>\n\u00c9 um tempo que deve ser celebrado com alegria, como se tratasse de um s\u00f3 dia festivo, e vivido de forma a contemplarmos e anunciarmos o mist\u00e9rio da nossa f\u00e9: a Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo.<\/p>\n<p>A Palavra de Deus do II Domingo da P\u00e1scoa, designado tamb\u00e9m Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia, fala-nos das primeiras comunidades crist\u00e3s, dos dons recebidos pela Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo, bem como de Cristo que ressuscitou verdadeiramente e vive no meio de n\u00f3s.<\/p>\n<p><em>O Evangelho deste Domingo situa-se: \u00abna tarde daquele dia, o primeiro da semana\u00bb. Os disc\u00edpulos estavam reunidos com medo dos judeus, mas Jesus coloca-se no meio deles e sa\u00fada-os com a Sua Paz, mostra-lhes as marcas da Paix\u00e3o e concede-lhes o dom do Esp\u00edrito Santo para que eles sejam sinal de reconcilia\u00e7\u00e3o e de paz junto daqueles a quem s\u00e3o enviados.<\/em><\/p>\n<p><em>Mas Tom\u00e9, aquele a quem chamavam D\u00eddimo, n\u00e3o estava com o grupo neste momento e, tendo regressado, afirma que s\u00f3 acreditar\u00e1 se vir com os seus pr\u00f3prios olhos e tocar com as suas m\u00e3os. Por isso, Jesus volta a aparecer aos Seus disc\u00edpulos e o Evangelho indica que tudo isto aconteceu \u00aboito dias depois\u00bb.<\/em><\/p>\n<p><em>As indica\u00e7\u00f5es temporais que o Evangelho nos apresenta n\u00e3o s\u00e3o apenas as anota\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas para situar a ac\u00e7\u00e3o descrita. Nestas indica\u00e7\u00f5es temporais encontramos o ritmo da vida da Igreja:\u00a0\u00abo primeiro da semana\u00bb e \u00aboito dias depois\u00bb. Este \u00e9 o ritmo da assembleia crist\u00e3 que hebdomadariamente, isto \u00e9, semanalmente, se re\u00fane, Domingo ap\u00f3s Domingo, para celebrar a sua f\u00e9 e proclamar a certeza de que o Ressuscitado acompanha a Sua Igreja, oferecendo-lhe a Sua Paz e concedendo-lhe o dom do Esp\u00edrito.<\/em><\/p>\n<p><em>Por isso, cada Domingo \u00e9 o Dia do Senhor, dia de festa e de alegria, onde a comunidade crist\u00e3 reunida \u00e0 volta da mesa do altar, escutando a Palavra do Senhor e partilhando o Seu p\u00e3o, renova a certeza desse amor maior que se faz entrega total e plena na Cruz. Ningu\u00e9m est\u00e1 dispensado desta reuni\u00e3o festiva dos filhos de Deus. A aventura da F\u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma aventura isolada \u00e0 qual nos propomos sozinhos. Como Tom\u00e9, quando nos afastamos da comunidade, o desafio de acreditar torna-se mais dif\u00edcil e exigente. Aquele que se afasta da comunidade afasta-se da experi\u00eancia comunit\u00e1ria de Jesus, do lugar privilegiado onde Deus se revela e manifesta como Rosto da miseric\u00f3rdia do Pai.<\/em><\/p>\n<p><em>O Evangelho apresenta Tom\u00e9 como D\u00eddimo, isto \u00e9, g\u00e9meo. Na verdade, Tom\u00e9 n\u00e3o est\u00e1 sozinho. Tamb\u00e9m n\u00f3s duvidamos, vacilamos e titubeamos, sobretudo quando nos propomos a caminhar sozinhos, quando nos afastamos da comunidade ou quando ferimos a comunh\u00e3o e unidade pelas divis\u00f5es e disc\u00f3rdias que nos afastam dos outros e que afastam os outros. O melhor testemunho que a Igreja pode oferecer ao mundo \u00e9 a sua comunh\u00e3o e unidade, com comunidades acolhedoras, geradoras de rela\u00e7\u00f5es fraternas, para que guiadas e iluminadas pelo Esp\u00edrito Santo se tornem lugares da Paz que s\u00f3 o Ressuscitado e o Seu infinito amor podem oferecer e garantir.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00abAssim como o Pai Me enviou, tamb\u00e9m Eu vos envio a v\u00f3s\u00bb. O Ressuscitado identifica-se diante dos disc\u00edpulos mostrando-lhes \u00abas m\u00e3os e o lado\u00bb. As marcas da paix\u00e3o identificam Jesus e revelam que o Ressuscitado \u00e9 Aquele que oferece a Sua vida por n\u00f3s. Mas tamb\u00e9m hoje, Jesus continua a revelar as marcas da Sua paix\u00e3o e do Seu sofrimento nas chagas dolorosas dos que se cruzam connosco. Confessar a f\u00e9 em Jesus Cristo Ressuscitado \u00e9 viver atento ao sofrimento dos irm\u00e3os e procurar responder com gestos concretos de proximidade e miseric\u00f3rdia.<\/em><\/p>\n<p><em>Somos disc\u00edpulos mission\u00e1rios. Somos enviados ao jeito de Jesus, para que as nossas vidas se tornem feliz an\u00fancio da miseric\u00f3rdia de Deus. N\u00e3o basta sermos crentes, precisamos ser cred\u00edveis, proclamando com a vida aquilo que os nossos l\u00e1bios professam.<br \/>\n<\/em><em><span style=\"font-size: 10pt;\">(Voz Portucalense)\u00a0 \u00a0\u00a0<\/span><\/em><\/p>\n<p>Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia<\/p>\n<p><em>No ano 2000, o Papa S. Jo\u00e3o Paulo II canonizou Santa Faustina e declarou que daquele dia em diante, o\u00a0<strong>segundo Domingo da P\u00e1scoa<\/strong>\u00a0seria tamb\u00e9m designado como\u00a0<strong>Domingo da Miseric\u00f3rdia<\/strong>. Al\u00e9m disso, S. Jo\u00e3o Paulo II \u00abestabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulg\u00eancia Plen\u00e1ria, para que os fi\u00e9is possam receber mais amplamente o dom do conforto do Esp\u00edrito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o pr\u00f3ximo e, obtendo eles mesmos o perd\u00e3o de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irm\u00e3os\u00bb (Decreto da Penitenciaria Apost\u00f3lica, 2002). Que este momento peculiar da hist\u00f3ria que estamos a atravessar nos estimule a recordar a miseric\u00f3rdia infinita do Pai, revelada em Jesus Cristo na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Neste Domingo da Miseric\u00f3rdia aliada \u00e0 pr\u00e1tica das diversas devo\u00e7\u00f5es deixadas por Santa Faustina como o Ter\u00e7o da Miseric\u00f3rdia, poder\u00e1 ser oportuna a medita\u00e7\u00e3o em fam\u00edlia de uma das Par\u00e1bolas da Miseric\u00f3rdia. Al\u00e9m disso, podemos usar as redes sociais e os nossos meios de comunica\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia para agradecer \u00e0queles que s\u00e3o para n\u00f3s sinal pr\u00f3ximo da miseric\u00f3rdia de Deus.\u00a0<\/em><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>(Voz Portucalense)<\/em><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/2024-04-07-B-II-Dom-Pascoa_sl-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">II DOMINGO DA P\u00c1SCOA<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o Domingo da P\u00e1scoa da Ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor iniciou-se um novo tempo lit\u00fargico, o Tempo Pascal, que se prolongar\u00e1 at\u00e9 ao Domingo de Pentecostes. \u00c9 um tempo que deve ser celebrado com alegria, como se tratasse de um s\u00f3 dia festivo, e vivido de forma a contemplarmos e anunciarmos o mist\u00e9rio da nossa f\u00e9: a Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo. A Palavra de Deus do II Domingo da P\u00e1scoa, designado tamb\u00e9m Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia, fala-nos das primeiras comunidades crist\u00e3s, dos dons recebidos pela Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo, bem como de Cristo que ressuscitou verdadeiramente e vive no meio de n\u00f3s. O Evangelho deste Domingo situa-se: \u00abna tarde daquele dia, o primeiro da semana\u00bb. Os disc\u00edpulos estavam reunidos com medo dos judeus, mas Jesus coloca-se no meio deles e sa\u00fada-os com a Sua Paz, mostra-lhes as marcas da Paix\u00e3o e concede-lhes o dom do Esp\u00edrito Santo para que eles sejam sinal de reconcilia\u00e7\u00e3o e de paz junto daqueles a quem s\u00e3o enviados. Mas Tom\u00e9, aquele a quem chamavam D\u00eddimo, n\u00e3o estava com o grupo neste momento e, tendo regressado, afirma que s\u00f3 acreditar\u00e1 se vir com os seus pr\u00f3prios olhos e tocar com as suas m\u00e3os. Por isso, Jesus volta a aparecer aos Seus disc\u00edpulos e o Evangelho indica que tudo isto aconteceu \u00aboito dias depois\u00bb. As indica\u00e7\u00f5es temporais que o Evangelho nos apresenta n\u00e3o s\u00e3o apenas as anota\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas para situar a ac\u00e7\u00e3o descrita. Nestas indica\u00e7\u00f5es temporais encontramos o ritmo da vida da Igreja:\u00a0\u00abo primeiro da semana\u00bb e \u00aboito dias depois\u00bb. Este \u00e9 o ritmo da assembleia crist\u00e3 que hebdomadariamente, isto \u00e9, semanalmente, se re\u00fane, Domingo ap\u00f3s Domingo, para celebrar a sua f\u00e9 e proclamar a certeza de que o Ressuscitado acompanha a Sua Igreja, oferecendo-lhe a Sua Paz e concedendo-lhe o dom do Esp\u00edrito. Por isso, cada Domingo \u00e9 o Dia do Senhor, dia de festa e de alegria, onde a comunidade crist\u00e3 reunida \u00e0 volta da mesa do altar, escutando a Palavra do Senhor e partilhando o Seu p\u00e3o, renova a certeza desse amor maior que se faz entrega total e plena na Cruz. Ningu\u00e9m est\u00e1 dispensado desta reuni\u00e3o festiva dos filhos de Deus. A aventura da F\u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma aventura isolada \u00e0 qual nos propomos sozinhos. Como Tom\u00e9, quando nos afastamos da comunidade, o desafio de acreditar torna-se mais dif\u00edcil e exigente. Aquele que se afasta da comunidade afasta-se da experi\u00eancia comunit\u00e1ria de Jesus, do lugar privilegiado onde Deus se revela e manifesta como Rosto da miseric\u00f3rdia do Pai. O Evangelho apresenta Tom\u00e9 como D\u00eddimo, isto \u00e9, g\u00e9meo. Na verdade, Tom\u00e9 n\u00e3o est\u00e1 sozinho. Tamb\u00e9m n\u00f3s duvidamos, vacilamos e titubeamos, sobretudo quando nos propomos a caminhar sozinhos, quando nos afastamos da comunidade ou quando ferimos a comunh\u00e3o e unidade pelas divis\u00f5es e disc\u00f3rdias que nos afastam dos outros e que afastam os outros. O melhor testemunho que a Igreja pode oferecer ao mundo \u00e9 a sua comunh\u00e3o e unidade, com comunidades acolhedoras, geradoras de rela\u00e7\u00f5es fraternas, para que guiadas e iluminadas pelo Esp\u00edrito Santo se tornem lugares da Paz que s\u00f3 o Ressuscitado e o Seu infinito amor podem oferecer e garantir. \u00abAssim como o Pai Me enviou, tamb\u00e9m Eu vos envio a v\u00f3s\u00bb. O Ressuscitado identifica-se diante dos disc\u00edpulos mostrando-lhes \u00abas m\u00e3os e o lado\u00bb. As marcas da paix\u00e3o identificam Jesus e revelam que o Ressuscitado \u00e9 Aquele que oferece a Sua vida por n\u00f3s. Mas tamb\u00e9m hoje, Jesus continua a revelar as marcas da Sua paix\u00e3o e do Seu sofrimento nas chagas dolorosas dos que se cruzam connosco. Confessar a f\u00e9 em Jesus Cristo Ressuscitado \u00e9 viver atento ao sofrimento dos irm\u00e3os e procurar responder com gestos concretos de proximidade e miseric\u00f3rdia. Somos disc\u00edpulos mission\u00e1rios. Somos enviados ao jeito de Jesus, para que as nossas vidas se tornem feliz an\u00fancio da miseric\u00f3rdia de Deus. N\u00e3o basta sermos crentes, precisamos ser cred\u00edveis, proclamando com a vida aquilo que os nossos l\u00e1bios professam. (Voz Portucalense)\u00a0 \u00a0\u00a0 Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia No ano 2000, o Papa S. Jo\u00e3o Paulo II canonizou Santa Faustina e declarou que daquele dia em diante, o\u00a0segundo Domingo da P\u00e1scoa\u00a0seria tamb\u00e9m designado como\u00a0Domingo da Miseric\u00f3rdia. Al\u00e9m disso, S. Jo\u00e3o Paulo II \u00abestabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulg\u00eancia Plen\u00e1ria, para que os fi\u00e9is possam receber mais amplamente o dom do conforto do Esp\u00edrito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o pr\u00f3ximo e, obtendo eles mesmos o perd\u00e3o de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irm\u00e3os\u00bb (Decreto da Penitenciaria Apost\u00f3lica, 2002). Que este momento peculiar da hist\u00f3ria que estamos a atravessar nos estimule a recordar a miseric\u00f3rdia infinita do Pai, revelada em Jesus Cristo na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Neste Domingo da Miseric\u00f3rdia aliada \u00e0 pr\u00e1tica das diversas devo\u00e7\u00f5es deixadas por Santa Faustina como o Ter\u00e7o da Miseric\u00f3rdia, poder\u00e1 ser oportuna a medita\u00e7\u00e3o em fam\u00edlia de uma das Par\u00e1bolas da Miseric\u00f3rdia. Al\u00e9m disso, podemos usar as redes sociais e os nossos meios de comunica\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia para agradecer \u00e0queles que s\u00e3o para n\u00f3s sinal pr\u00f3ximo da miseric\u00f3rdia de Deus.\u00a0(Voz Portucalense) II DOMINGO DA P\u00c1SCOA<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":28636,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-28634","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liturgia-dominical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28634","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28634"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28634\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28636"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28634"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28634"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28634"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}