{"id":28845,"date":"2024-05-24T09:17:06","date_gmt":"2024-05-24T09:17:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=28845"},"modified":"2024-05-24T09:17:06","modified_gmt":"2024-05-24T09:17:06","slug":"inclina-te-um-pouco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/inclina-te-um-pouco\/","title":{"rendered":"\u201cInclina-te um pouco!\u201d"},"content":{"rendered":"<p>Isto recomenda o Missal ao sacerdote, antes de pronunciar as palavras de Cristo, na Narra\u00e7\u00e3o da Institui\u00e7\u00e3o e Consagra\u00e7\u00e3o. Ao falar das\u00a0<em>inclina\u00e7\u00f5es<\/em>, a IGMR, diz no n\u00ba 274:<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m disso, o sacerdote faz uma pequena inclina\u00e7\u00e3o enquanto diz as palavras do Senhor, na consagra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Qual o sentido desta inclina\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Haveria que recordar aqui que a inclina\u00e7\u00e3o (tal como a genuflex\u00e3o, a(s) m\u00e3o(s), o dedo, a un\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua, a nuvem, o fogo, etc.) faz parte da linguagem pneumatol\u00f3gica n\u00e3o verbal da liturgia. Na Ora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstica (ou Prece Eucar\u00edstica, C\u00e2none, An\u00e1fora\u2026) isso \u00e9 patente.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>centro<\/strong>\u00a0da An\u00e1fora consta de um bloco que vai desde a\u00a0<strong>epiclese sobre os dons<\/strong>, invocando a convers\u00e3o\/consagra\u00e7\u00e3o dos mesmos (momento assinalado com o gesto\u00a0<em>epicl\u00e9tico<\/em>\u00a0da imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os), \u00e0\u00a0<strong>epiclese sobre os participantes<\/strong>\u00a0em ordem \u00e0 sua comunh\u00e3o e santifica\u00e7\u00e3o num s\u00f3 Corpo e num s\u00f3 Esp\u00edrito, j\u00e1 depois da narra\u00e7\u00e3o da Institui\u00e7\u00e3o, anamnese e obla\u00e7\u00e3o. Na nova edi\u00e7\u00e3o do Missal est\u00e1 previsto o\u00a0<strong>canto<\/strong>\u00a0de todo esse cora\u00e7\u00e3o da Prece Eucar\u00edstica e os eventuais concelebrantes recitam-no em voz baixa, conjuntamente. Assim: na\u00a0<strong>An\u00e1fora I<\/strong>\u00a0(C\u00e2none Romano), desde \u201c<em>Santificai, Senhor, esta obla\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d at\u00e9<em>\u00a0\u201calcancemos a plenitude das b\u00ean\u00e7\u00e3os e gra\u00e7as do C\u00e9u<\/em>\u201d; na\u00a0<strong>An\u00e1fora II<\/strong>, desde \u201c<em>Santificai estes dons\u201d<\/em>\u00a0at\u00e9<em>\u00a0\u201cestejamos reunidos, pelo Esp\u00edrito Santo, num s\u00f3 Corpo<\/em>\u201d; na\u00a0<strong>An\u00e1fora III<\/strong>, desde \u201c<em>santificai, pelo Esp\u00edrito Santo\u201d<\/em>\u00a0at\u00e9<em>\u00a0\u201csejamos em Cristo um s\u00f3 corpo e um s\u00f3 esp\u00edrito<\/em>\u201d; na\u00a0<strong>An\u00e1fora IV<\/strong>, desde \u201c<em>N\u00f3s Vos pedimos, Senhor\u201d<\/em>\u00a0at\u00e9<em>\u00a0para louvor da vossa gl\u00f3ria<\/em>\u201d. E, do mesmo modo, nas outras ora\u00e7\u00f5es eucar\u00edsticas, quer no ap\u00eandice ao\u00a0<em>Ordin\u00e1rio da Missa<\/em>, quer no Ap\u00eandice IV do Missal.<\/p>\n<p>A an\u00e1fora \u00e9, como diz a Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missal Romano, \u201c<strong>o ponto central e culminante de toda a celebra\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d (n. 78). Forma uma unidade que vai desde o di\u00e1logo inicial do Pref\u00e1cio at\u00e9 ao\u00a0<em>Amen<\/em>\u00a0(o grande e explosivo\u00a0<em>Amen<\/em>) da Doxologia final. \u00c9 toda ela uma \u00abora\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e de consagra\u00e7\u00e3o\u00bb (<em>ibid.<\/em>). N\u00e3o obstante, poderemos destacar nela (n\u00e3o isolar!), de algum modo, este bloco mais central. Ensina o\u00a0<em>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/em>, n\u00ba 1106:<\/p>\n<p>\u201cCom a Anamnese, a Epiclese est\u00e1 no centro de toda a celebra\u00e7\u00e3o sacramental, e muito particularmente da Eucaristia\u201d.<\/p>\n<p>Pois bem,\u00a0<strong>no centro deste centro, destaca-se a Narra\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o<\/strong>. Importa compreender que estamos perante um movimento \u00fanico, a grande a\u00e7\u00e3o, a obra das obras, a\u00a0<em>Opus Dei\u00a0<\/em>por excel\u00eancia. N\u00e3o s\u00e3o trechos destac\u00e1veis mas antes ondas conc\u00eantricas, penetradas por um mesmo dinamismo que as unifica. Por isso,\u00a0<strong>esta \u201cnarra\u00e7\u00e3o\u201d\u00a0<\/strong>n\u00e3o \u00e9 um mero\u00a0<strong>relato<\/strong>\u00a0ou mais uma<strong>\u00a0leitura\u00a0<\/strong>evang\u00e9lica \u2013 a Liturgia da Palavra j\u00e1 foi. Tampouco \u00e9 uma f\u00f3rmula de efeito autom\u00e1tico. Agora n\u00e3o \u00e9 o registo\u00a0<strong>informativo<\/strong>\u00a0da palavra que prevalece, mas sim o seu poder\u00a0<strong>performativo<\/strong>: \u00e9 a atualiza\u00e7\u00e3o da palavra de Cristo, Palavra do Verbo Criador que faz o que diz, na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Alguns acordos ecum\u00e9nicos chamaram, muito bem, a aten\u00e7\u00e3o para isso mesmo: a consagra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica \u00e9 obra da Palavra de Cristo e do Esp\u00edrito criador. E na mesma linha se colocou o\u00a0<em>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica\u00a0<\/em>(veja-se o t\u00edtulo que precede o n\u00ba 1373; cf. 1106, 1353, 1375, 1412).<\/p>\n<p>A rubrica do Missal que manda ao sacerdote que se incline um pouco antes de pronunciar as palavras de Cristo est\u00e1, pois,\u00a0<strong>prenhe de sentido<\/strong>. Exprime que ele, mais do que realizar um ato de poder, como se fosse o protagonista, profere essas palavras\u00a0<strong>no \u00e2mbito da Epiclese<\/strong>. N\u00e3o s\u00e3o palavras suas que possa dizer com autoridade pr\u00f3pria! Por isso, inclina-se em correspond\u00eancia a uma invoca\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. Nenhum azo a uma interpreta\u00e7\u00e3o altaneira e emproada do \u00ab<em>in persona Christi<\/em>\u00a0<em>(Capitis)<\/em>\u00bb que s\u00f3 pode ser humilde e ministerial.\u00a0<em>Inclinando-se<\/em>\u00a0<em>um pouco<\/em>, toma consci\u00eancia e exprime que\u00a0<strong>n\u00e3o \u00e9 dono da Eucaristia, mas ministro<\/strong>, e que tanto ele como a assembleia recebem a Eucaristia de Outro, do Senhor da Igreja, de Cristo, na for\u00e7a do Esp\u00edrito. S. Jo\u00e3o Cris\u00f3stomo d\u00e1 a seguinte explica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>\u201c<em>O sacerdote n\u00e3o toma os dons antes de ter invocado a gra\u00e7a de Deus pois que o sacerdote n\u00e3o pode fazer o que quer. \u00c9 gra\u00e7a do Esp\u00edrito, que vem e cobre com a sua sombra, que realiza este sacrif\u00edcio m\u00edstico<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Quem julgas que \u00e9s, padre ou bispo que presides ao grande mist\u00e9rio? Quem julgas que \u00e9s? S\u00ea, simplesmente, servidor da Obra de Deus! \u00ab<em>Inclina-te um pouco<\/em>\u00bb! Reconhece que n\u00e3o s\u00e3o tuas as Palavras que d\u00e3o \u00e0 Igreja o mist\u00e9rio da f\u00e9, consente que a brisa do Esp\u00edrito vibre nos teus l\u00e1bios para alegria do cora\u00e7\u00e3o da Amada formada na Hora do cora\u00e7\u00e3o rasgado.<\/p>\n<p>O sacerdote\u00a0<em>inclina-se um pouco! \u2013\u00a0<\/em>Eis uma rubrica singela que vale uma celebra\u00e7\u00e3o. O rubricismo, de que devemos fugir, \u00e9 filho da ignor\u00e2ncia e do desleixo que esvazia os gestos porque perdeu o enlevo do amor e o fasc\u00ednio do mist\u00e9rio.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">(Secretariado Diocesano da Liturgia)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Isto recomenda o Missal ao sacerdote, antes de pronunciar as palavras de Cristo, na Narra\u00e7\u00e3o da Institui\u00e7\u00e3o e Consagra\u00e7\u00e3o. Ao falar das\u00a0inclina\u00e7\u00f5es, a IGMR, diz no n\u00ba 274: \u201cAl\u00e9m disso, o sacerdote faz uma pequena inclina\u00e7\u00e3o enquanto diz as palavras do Senhor, na consagra\u00e7\u00e3o\u201d. Qual o sentido desta inclina\u00e7\u00e3o? Haveria que recordar aqui que a inclina\u00e7\u00e3o (tal como a genuflex\u00e3o, a(s) m\u00e3o(s), o dedo, a un\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua, a nuvem, o fogo, etc.) faz parte da linguagem pneumatol\u00f3gica n\u00e3o verbal da liturgia. 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Assim: na\u00a0An\u00e1fora I\u00a0(C\u00e2none Romano), desde \u201cSantificai, Senhor, esta obla\u00e7\u00e3o\u201d at\u00e9\u00a0\u201calcancemos a plenitude das b\u00ean\u00e7\u00e3os e gra\u00e7as do C\u00e9u\u201d; na\u00a0An\u00e1fora II, desde \u201cSantificai estes dons\u201d\u00a0at\u00e9\u00a0\u201cestejamos reunidos, pelo Esp\u00edrito Santo, num s\u00f3 Corpo\u201d; na\u00a0An\u00e1fora III, desde \u201csantificai, pelo Esp\u00edrito Santo\u201d\u00a0at\u00e9\u00a0\u201csejamos em Cristo um s\u00f3 corpo e um s\u00f3 esp\u00edrito\u201d; na\u00a0An\u00e1fora IV, desde \u201cN\u00f3s Vos pedimos, Senhor\u201d\u00a0at\u00e9\u00a0para louvor da vossa gl\u00f3ria\u201d. E, do mesmo modo, nas outras ora\u00e7\u00f5es eucar\u00edsticas, quer no ap\u00eandice ao\u00a0Ordin\u00e1rio da Missa, quer no Ap\u00eandice IV do Missal. 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A rubrica do Missal que manda ao sacerdote que se incline um pouco antes de pronunciar as palavras de Cristo est\u00e1, pois,\u00a0prenhe de sentido. Exprime que ele, mais do que realizar um ato de poder, como se fosse o protagonista, profere essas palavras\u00a0no \u00e2mbito da Epiclese. N\u00e3o s\u00e3o palavras suas que possa dizer com autoridade pr\u00f3pria! Por isso, inclina-se em correspond\u00eancia a uma invoca\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. Nenhum azo a uma interpreta\u00e7\u00e3o altaneira e emproada do \u00abin persona Christi\u00a0(Capitis)\u00bb que s\u00f3 pode ser humilde e ministerial.\u00a0Inclinando-se\u00a0um pouco, toma consci\u00eancia e exprime que\u00a0n\u00e3o \u00e9 dono da Eucaristia, mas ministro, e que tanto ele como a assembleia recebem a Eucaristia de Outro, do Senhor da Igreja, de Cristo, na for\u00e7a do Esp\u00edrito. S. Jo\u00e3o Cris\u00f3stomo d\u00e1 a seguinte explica\u00e7\u00e3o: \u201cO sacerdote n\u00e3o toma os dons antes de ter invocado a gra\u00e7a de Deus pois que o sacerdote n\u00e3o pode fazer o que quer. \u00c9 gra\u00e7a do Esp\u00edrito, que vem e cobre com a sua sombra, que realiza este sacrif\u00edcio m\u00edstico\u201d. Quem julgas que \u00e9s, padre ou bispo que presides ao grande mist\u00e9rio? Quem julgas que \u00e9s? S\u00ea, simplesmente, servidor da Obra de Deus! \u00abInclina-te um pouco\u00bb! Reconhece que n\u00e3o s\u00e3o tuas as Palavras que d\u00e3o \u00e0 Igreja o mist\u00e9rio da f\u00e9, consente que a brisa do Esp\u00edrito vibre nos teus l\u00e1bios para alegria do cora\u00e7\u00e3o da Amada formada na Hora do cora\u00e7\u00e3o rasgado. O sacerdote\u00a0inclina-se um pouco! \u2013\u00a0Eis uma rubrica singela que vale uma celebra\u00e7\u00e3o. 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