{"id":28969,"date":"2024-06-27T09:13:08","date_gmt":"2024-06-27T09:13:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=28969"},"modified":"2024-06-27T09:13:08","modified_gmt":"2024-06-27T09:13:08","slug":"o-verdadeiro-sacrificio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/o-verdadeiro-sacrificio\/","title":{"rendered":"O verdadeiro sacrif\u00edcio"},"content":{"rendered":"<p>Uma das acusa\u00e7\u00f5es lan\u00e7adas pelos advers\u00e1rios da reforma lit\u00fargica, decretada pelo II Conc\u00edlio do Vaticano e promulgada por S\u00e3o Paulo VI, foi a de que o novo\u00a0<em>Ordo Missae<\/em>\u00a0[<em>Ordin\u00e1rio da Missa<\/em>] negava ou, pelo menos, n\u00e3o exprimia de forma capaz a doutrina cat\u00f3lica sobre o car\u00e1ter sacrificial da Missa, tal como formulado no Conc\u00edlio de Trento. O\u00a0<em>Missal\u00a0<\/em>era mesmo acusado de heresia e reclamava-se do Papa a sua revoga\u00e7\u00e3o, ainda antes de ter entrado em vigor (30 de novembro de 1969). Diga-se a este respeito que, logo em 1970, aquando da publica\u00e7\u00e3o da primeira edi\u00e7\u00e3o t\u00edpica do\u00a0<em>Missale Romanum<\/em>, a t\u00e3o injustamente contestada\u00a0<em>Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missal Romano<\/em>\u00a0[IGMR] foi antecedida por um denso e suculento\u00a0<em>Pro\u00e9mio<\/em>\u00a0em que se deu resposta cabal a essas cr\u00edticas mal\u00e9volas e gratuitas. Desde a terceira edi\u00e7\u00e3o t\u00edpica (ano 2000), esse\u00a0<em>Pro\u00e9mio<\/em>\u00a0integra o texto da IGMR, em numera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua (nn. 1-15). \u00c0queles que reclamavam a manuten\u00e7\u00e3o da \u00abmissa tradicional\u00bb foi dito ent\u00e3o, de forma bem argumentada, que o\u00a0<em>rito<\/em>\u00a0renovado para celebrar a Eucaristia e o novo\u00a0<em>Missal\u00a0<\/em>do Rito Romano no seu todo s\u00e3o express\u00e3o de uma \u00abtradi\u00e7\u00e3o ininterrupta\u00bb e \u00abtestemunho de uma f\u00e9 inalter\u00e1vel\u00bb e inalterada.<\/p>\n<p>Ao ler alguma da pobre literatura teol\u00f3gica dos pseudo defensores da Tradi\u00e7\u00e3o contra a renova\u00e7\u00e3o p\u00f3s-conciliar fica-se com a impress\u00e3o de que eles ficaram no patamar do AT ou at\u00e9 do paganismo e que a sua compreens\u00e3o do mist\u00e9rio da reden\u00e7\u00e3o continua ref\u00e9m de um conceito de justi\u00e7a vindicativa que transforma em Moloch o Pai de miseric\u00f3rdia, o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo. A reflex\u00e3o paulina sobre o valor propiciat\u00f3rio da morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo e toda a supera\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o judaica da expia\u00e7\u00e3o aparentemente passa-lhes ao lado. Parece que ainda querem liturgos do antigo templo da hist\u00f3rica Si\u00e3o quando n\u00f3s temos um Liturgo e uma Liturgia melhor.<\/p>\n<p>O nosso Liturgo \u2013 que n\u00e3o exerce qualquer sacerd\u00f3cio de ascend\u00eancia lev\u00edtica porque era da tribo de Jud\u00e1, descendente de David \u2013 n\u00e3o se apresenta uma vez em cada ano no santo dos santos para realizar um rito de expia\u00e7\u00e3o, aspergindo com sangue de animais irracionais o propiciat\u00f3rio, a tampa de ouro da Arca da Alian\u00e7a. Lembremos, a prop\u00f3sito, que as cortinas que isolavam o \u00absanto dos santos\u00bb, no templo de Jerusal\u00e9m, foram rasgadas ao meio, de alto a baixo, quando foi imolado no Calv\u00e1rio o verdadeiro Cordeiro, a \u00fanica e definitiva v\u00edtima que se ofereceu ao Pai num Esp\u00edrito eterno (cf.\u00a0<em>Mt<\/em>\u00a027, 51). Pela sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, Jesus \u00abpassou deste mundo para o Pai\u00bb (cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a013, 1). Entrou assim, de uma s\u00f3 vez e para sempre, no Santu\u00e1rio verdadeiro, com o seu pr\u00f3prio Sangue e est\u00e1 sempre vivo a interceder por n\u00f3s, alcan\u00e7ando-nos, assim, uma reden\u00e7\u00e3o eterna. O seu sacrif\u00edcio n\u00e3o foi a execu\u00e7\u00e3o de um ritual, foi a Sua Vida dada na liberdade do Amor na Cruz da injusti\u00e7a, viol\u00eancia e crueldade humana e que o Pai acolheu e transformou em vida na manh\u00e3 do terceiro dia. Esse \u00e9 o mist\u00e9rio admir\u00e1vel da nossa F\u00e9.<\/p>\n<p>Doravante, quando queremos compreender o que \u00e9 um sacrif\u00edcio, j\u00e1 n\u00e3o olhamos para as aras e altares das muitas religi\u00f5es da humanidade para depois verificar o que \u00e9 que a nossa Missa tem de comum com esses ritos religiosos. Nem sequer devemos atender \u00e0 multid\u00e3o e diversidade dos sacrif\u00edcios que se imolavam no templo de Jerusal\u00e9m e que eram apenas tentativas sinceras mas impotentes para alcan\u00e7ar a reconcilia\u00e7\u00e3o dos homens com Deus e consolidar uma alian\u00e7a de Paz geradora e aglutinadora de um Povo (eram, contudo, sinais,\u00a0<em>sacramentos\u00a0<\/em>prefigurativos que j\u00e1 apontavam para um Redentor e uma reden\u00e7\u00e3o que haviam de vir). N\u00f3s, crist\u00e3os, olhamos para Jesus Cristo, o Cordeiro da nova P\u00e1scoa, anunciamos a Sua Morte, proclamamos a sua ressurrei\u00e7\u00e3o e ansiamos pela sua vinda gloriosa. Mas n\u00e3o o fazemos apenas com palavras, ideias, sentimentos, emo\u00e7\u00f5es, recorda\u00e7\u00f5es do que Ele fez outrora, num pret\u00e9rito perfeito. Porque o Senhor Jesus Cristo deixou-nos um modo maravilhoso e inef\u00e1vel de nos tornarmos contempor\u00e2neos do seu Sacrif\u00edcio Redentor, concede-nos \u00abtomar parte\u00bb, participar nele, inventou uma modalidade sublime de \u00abcomungarmos\u00bb com Ele e, assim, alimentarmo-nos dos seus frutos: a Eucaristia, memorial da sua P\u00e1scoa, banquete sagrado em que nos d\u00e1 a comer o P\u00e3o da Vida que \u00e9 o seu Corpo sacrificado, e nos d\u00e1 a beber do c\u00e1lice da b\u00ean\u00e7\u00e3o o sangue precioso que faz de n\u00f3s o Povo novo da alian\u00e7a eterna.<\/p>\n<p>Jesus, o eterno Senhor da Hora que assumiu a temporalidade humana, na V\u00e9spera da sua Paix\u00e3o redentora, antes de viver na verdade e nas dores da sua carne martirizada e da solid\u00e3o do seu abandono o amor com que nos amou \u00abat\u00e9 ao fim\u00bb, j\u00e1 antecipou em sinais simples da cria\u00e7\u00e3o e da cultura, eloquentes e gr\u00e1vidos de sentido, o n\u00facleo, a ess\u00eancia do que estava para se cumprir de forma cruenta: sob a esp\u00e9cie do p\u00e3o partido nas suas m\u00e3os santas, j\u00e1 estava o seu corpo sacrificado para que dele comessem, fazendo memorial n\u00e3o j\u00e1 da liberta\u00e7\u00e3o antiga, mas d\u2019Ele que se entregava livremente ao sacrif\u00edcio; e no c\u00e1lice que lhes deu, o vinho tornara-se sangue da alian\u00e7a, derramado para a reden\u00e7\u00e3o de muitos. Deviam beber serenamente porque Ele pr\u00f3prio j\u00e1 antecipadamente aceitara o c\u00e1lice amargo da Paix\u00e3o das m\u00e3os do Pai, do seu Abba. \u00abFazei isto \u2013 disse aos Ap\u00f3stolos \u2013 em mem\u00f3ria de Mim.<\/p>\n<p>A nossa Eucaristia n\u00e3o \u00e9 uma mera recorda\u00e7\u00e3o: gra\u00e7as ao memorial, que a Igreja jamais omitiu, em obedi\u00eancia ao Seu mestre e Senhor, \u00e9 uma presen\u00e7a real: de Cristo e da m\u00e1xima das suas obras, da maravilha assombrosa do seu Amor. \u00c9 o hoje e aqui em que nos \u00e9 dado participar no sacrif\u00edcio da reden\u00e7\u00e3o. Porque \u00ab<em>todas as vezes que celebramos o memorial deste sacrif\u00edcio realiza-se<\/em>\u00a0\u2013 acontece efetivamente \u2013\u00a0<em>a obra da nossa reden\u00e7\u00e3o<\/em>\u00bb (Ora\u00e7\u00e3o sobre as Oblatas de Quinta-Feira Santa; cf.\u00a0<em>SC<\/em>\u00a02;\u00a0<em>LG<\/em>\u00a03).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\">(Secretariado Diocesano da Liturgia)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das acusa\u00e7\u00f5es lan\u00e7adas pelos advers\u00e1rios da reforma lit\u00fargica, decretada pelo II Conc\u00edlio do Vaticano e promulgada por S\u00e3o Paulo VI, foi a de que o novo\u00a0Ordo Missae\u00a0[Ordin\u00e1rio da Missa] negava ou, pelo menos, n\u00e3o exprimia de forma capaz a doutrina cat\u00f3lica sobre o car\u00e1ter sacrificial da Missa, tal como formulado no Conc\u00edlio de Trento. 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Desde a terceira edi\u00e7\u00e3o t\u00edpica (ano 2000), esse\u00a0Pro\u00e9mio\u00a0integra o texto da IGMR, em numera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua (nn. 1-15). \u00c0queles que reclamavam a manuten\u00e7\u00e3o da \u00abmissa tradicional\u00bb foi dito ent\u00e3o, de forma bem argumentada, que o\u00a0rito\u00a0renovado para celebrar a Eucaristia e o novo\u00a0Missal\u00a0do Rito Romano no seu todo s\u00e3o express\u00e3o de uma \u00abtradi\u00e7\u00e3o ininterrupta\u00bb e \u00abtestemunho de uma f\u00e9 inalter\u00e1vel\u00bb e inalterada. Ao ler alguma da pobre literatura teol\u00f3gica dos pseudo defensores da Tradi\u00e7\u00e3o contra a renova\u00e7\u00e3o p\u00f3s-conciliar fica-se com a impress\u00e3o de que eles ficaram no patamar do AT ou at\u00e9 do paganismo e que a sua compreens\u00e3o do mist\u00e9rio da reden\u00e7\u00e3o continua ref\u00e9m de um conceito de justi\u00e7a vindicativa que transforma em Moloch o Pai de miseric\u00f3rdia, o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo. A reflex\u00e3o paulina sobre o valor propiciat\u00f3rio da morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo e toda a supera\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o judaica da expia\u00e7\u00e3o aparentemente passa-lhes ao lado. Parece que ainda querem liturgos do antigo templo da hist\u00f3rica Si\u00e3o quando n\u00f3s temos um Liturgo e uma Liturgia melhor. O nosso Liturgo \u2013 que n\u00e3o exerce qualquer sacerd\u00f3cio de ascend\u00eancia lev\u00edtica porque era da tribo de Jud\u00e1, descendente de David \u2013 n\u00e3o se apresenta uma vez em cada ano no santo dos santos para realizar um rito de expia\u00e7\u00e3o, aspergindo com sangue de animais irracionais o propiciat\u00f3rio, a tampa de ouro da Arca da Alian\u00e7a. Lembremos, a prop\u00f3sito, que as cortinas que isolavam o \u00absanto dos santos\u00bb, no templo de Jerusal\u00e9m, foram rasgadas ao meio, de alto a baixo, quando foi imolado no Calv\u00e1rio o verdadeiro Cordeiro, a \u00fanica e definitiva v\u00edtima que se ofereceu ao Pai num Esp\u00edrito eterno (cf.\u00a0Mt\u00a027, 51). Pela sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, Jesus \u00abpassou deste mundo para o Pai\u00bb (cf.\u00a0Jo\u00a013, 1). Entrou assim, de uma s\u00f3 vez e para sempre, no Santu\u00e1rio verdadeiro, com o seu pr\u00f3prio Sangue e est\u00e1 sempre vivo a interceder por n\u00f3s, alcan\u00e7ando-nos, assim, uma reden\u00e7\u00e3o eterna. O seu sacrif\u00edcio n\u00e3o foi a execu\u00e7\u00e3o de um ritual, foi a Sua Vida dada na liberdade do Amor na Cruz da injusti\u00e7a, viol\u00eancia e crueldade humana e que o Pai acolheu e transformou em vida na manh\u00e3 do terceiro dia. Esse \u00e9 o mist\u00e9rio admir\u00e1vel da nossa F\u00e9. Doravante, quando queremos compreender o que \u00e9 um sacrif\u00edcio, j\u00e1 n\u00e3o olhamos para as aras e altares das muitas religi\u00f5es da humanidade para depois verificar o que \u00e9 que a nossa Missa tem de comum com esses ritos religiosos. Nem sequer devemos atender \u00e0 multid\u00e3o e diversidade dos sacrif\u00edcios que se imolavam no templo de Jerusal\u00e9m e que eram apenas tentativas sinceras mas impotentes para alcan\u00e7ar a reconcilia\u00e7\u00e3o dos homens com Deus e consolidar uma alian\u00e7a de Paz geradora e aglutinadora de um Povo (eram, contudo, sinais,\u00a0sacramentos\u00a0prefigurativos que j\u00e1 apontavam para um Redentor e uma reden\u00e7\u00e3o que haviam de vir). N\u00f3s, crist\u00e3os, olhamos para Jesus Cristo, o Cordeiro da nova P\u00e1scoa, anunciamos a Sua Morte, proclamamos a sua ressurrei\u00e7\u00e3o e ansiamos pela sua vinda gloriosa. Mas n\u00e3o o fazemos apenas com palavras, ideias, sentimentos, emo\u00e7\u00f5es, recorda\u00e7\u00f5es do que Ele fez outrora, num pret\u00e9rito perfeito. Porque o Senhor Jesus Cristo deixou-nos um modo maravilhoso e inef\u00e1vel de nos tornarmos contempor\u00e2neos do seu Sacrif\u00edcio Redentor, concede-nos \u00abtomar parte\u00bb, participar nele, inventou uma modalidade sublime de \u00abcomungarmos\u00bb com Ele e, assim, alimentarmo-nos dos seus frutos: a Eucaristia, memorial da sua P\u00e1scoa, banquete sagrado em que nos d\u00e1 a comer o P\u00e3o da Vida que \u00e9 o seu Corpo sacrificado, e nos d\u00e1 a beber do c\u00e1lice da b\u00ean\u00e7\u00e3o o sangue precioso que faz de n\u00f3s o Povo novo da alian\u00e7a eterna. Jesus, o eterno Senhor da Hora que assumiu a temporalidade humana, na V\u00e9spera da sua Paix\u00e3o redentora, antes de viver na verdade e nas dores da sua carne martirizada e da solid\u00e3o do seu abandono o amor com que nos amou \u00abat\u00e9 ao fim\u00bb, j\u00e1 antecipou em sinais simples da cria\u00e7\u00e3o e da cultura, eloquentes e gr\u00e1vidos de sentido, o n\u00facleo, a ess\u00eancia do que estava para se cumprir de forma cruenta: sob a esp\u00e9cie do p\u00e3o partido nas suas m\u00e3os santas, j\u00e1 estava o seu corpo sacrificado para que dele comessem, fazendo memorial n\u00e3o j\u00e1 da liberta\u00e7\u00e3o antiga, mas d\u2019Ele que se entregava livremente ao sacrif\u00edcio; e no c\u00e1lice que lhes deu, o vinho tornara-se sangue da alian\u00e7a, derramado para a reden\u00e7\u00e3o de muitos. Deviam beber serenamente porque Ele pr\u00f3prio j\u00e1 antecipadamente aceitara o c\u00e1lice amargo da Paix\u00e3o das m\u00e3os do Pai, do seu Abba. \u00abFazei isto \u2013 disse aos Ap\u00f3stolos \u2013 em mem\u00f3ria de Mim. A nossa Eucaristia n\u00e3o \u00e9 uma mera recorda\u00e7\u00e3o: gra\u00e7as ao memorial, que a Igreja jamais omitiu, em obedi\u00eancia ao Seu mestre e Senhor, \u00e9 uma presen\u00e7a real: de Cristo e da m\u00e1xima das suas obras, da maravilha assombrosa do seu Amor. \u00c9 o hoje e aqui em que nos \u00e9 dado participar no sacrif\u00edcio da reden\u00e7\u00e3o. Porque \u00abtodas as vezes que celebramos o memorial deste sacrif\u00edcio realiza-se\u00a0\u2013 acontece efetivamente \u2013\u00a0a obra da nossa reden\u00e7\u00e3o\u00bb (Ora\u00e7\u00e3o sobre as Oblatas de Quinta-Feira Santa; cf.\u00a0SC\u00a02;\u00a0LG\u00a03). (Secretariado Diocesano da Liturgia)<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":28815,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-28969","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28969","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28969"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28969\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28815"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28969"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28969"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28969"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}