{"id":31747,"date":"2025-12-04T11:55:57","date_gmt":"2025-12-04T11:55:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=31747"},"modified":"2025-12-04T11:55:57","modified_gmt":"2025-12-04T11:55:57","slug":"comissao-petrocchi-nao-ao-diaconato-feminino-embora-o-julgamento-nao-seja-definitivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/comissao-petrocchi-nao-ao-diaconato-feminino-embora-o-julgamento-nao-seja-definitivo\/","title":{"rendered":"Comiss\u00e3o Petrocchi: n\u00e3o ao diaconato feminino, embora o julgamento n\u00e3o seja definitivo"},"content":{"rendered":"<div class=\"article__subTitle\">Publicado o relat\u00f3rio elaborado pelo cardeal com o resultado dos trabalhos: exclui-se a possibilidade de prosseguir na dire\u00e7\u00e3o da admiss\u00e3o das mulheres ao diaconato entendido como grau do sacramento da ordem, embora no momento n\u00e3o seja poss\u00edvel \u201cformular um julgamento definitivo, como no caso da ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal\u201d. Sim \u00e0 institui\u00e7\u00e3o de novos minist\u00e9rios para favorecer a sinergia entre homens e mulheres.<\/div>\n<div class=\"article__text\">\n<p>\u201cO\u00a0<i>status quaestionis<\/i>\u00a0em torno da pesquisa hist\u00f3rica e da investiga\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica, consideradas em suas implica\u00e7\u00f5es m\u00fatuas, exclui a possibilidade de prosseguir na dire\u00e7\u00e3o da admiss\u00e3o de mulheres ao diaconato entendido como grau do sacramento da ordem. \u00c0 luz da Sagrada Escritura, da Tradi\u00e7\u00e3o e do Magist\u00e9rio eclesi\u00e1stico, esta avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 forte, embora n\u00e3o permita, at\u00e9 o momento, formular um julgamento definitivo, como no caso da ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal\u201d.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o resultado alcan\u00e7ado pela segunda comiss\u00e3o presidida pelo arcebispo em\u00e9rito de \u00c1quila, cardeal Giuseppe Petrocchi, que, a pedido do Papa Francisco, examinou a possibilidade de proceder com a ordena\u00e7\u00e3o de mulheres diaconisas e concluiu seus trabalhos em fevereiro passado. \u00c9 o que consta no relat\u00f3rio de sete p\u00e1ginas que o cardeal enviou a Le\u00e3o XIV em 18 de setembro, e que agora torna-se p\u00fablico a pedido do Papa.<\/p>\n<p>Na primeira sess\u00e3o de trabalhos (2021), a comiss\u00e3o estabeleceu que &#8220;a Igreja reconheceu em diferentes \u00e9pocas, em diferentes lugares e de v\u00e1rias formas o t\u00edtulo de di\u00e1cono\/diaconisa referido \u00e0s mulheres, atribuindo-lhe, por\u00e9m, um significado n\u00e3o un\u00edvoco\u201d. Em 2021, por unanimidade, o debate teol\u00f3gico levou \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o de que \u201co aprofundamento sistem\u00e1tico sobre o diaconato, no \u00e2mbito da teologia do sacramento da ordem, levanta quest\u00f5es sobre a compatibilidade da ordena\u00e7\u00e3o diaconal das mulheres com a doutrina cat\u00f3lica do minist\u00e9rio ordenado\u201d. Tamb\u00e9m por unanimidade, a comiss\u00e3o se manifestou a favor da institui\u00e7\u00e3o de novos minist\u00e9rios que \u201cpossam contribuir para a sinergia entre homens e mulheres\u201d.<\/p>\n<p>Na segunda sess\u00e3o de trabalhos (julho de 2022), a comiss\u00e3o aprovou (com 7 votos a favor e um contra) a formula\u00e7\u00e3o relatada integralmente no in\u00edcio deste artigo, que exclui a possibilidade de prosseguir na dire\u00e7\u00e3o da admiss\u00e3o de mulheres ao diaconato como grau do sacramento da ordem, mas sem formular hoje \u201cum julgamento definitivo\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, na \u00faltima sess\u00e3o de trabalhos (fevereiro de 2025), ap\u00f3s o S\u00ednodo ter permitido a quem quisesse enviar sua contribui\u00e7\u00e3o, a comiss\u00e3o examinou todo o material recebido. \u201cEmbora as contribui\u00e7\u00f5es recebidas fossem numerosas, as pessoas ou grupos que enviaram seus trabalhos eram apenas 22 e representavam poucos pa\u00edses. Consequentemente, embora o material seja abundante e, em alguns casos, habilmente argumentado, n\u00e3o pode ser considerado como a voz do S\u00ednodo e muito menos do povo de Deus como um todo\u201d.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio resume os pr\u00f3s e os contras. Os favor\u00e1veis argumentam que a tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica e ortodoxa de reservar a ordena\u00e7\u00e3o diaconal (mas tamb\u00e9m a presbiteral e episcopal) apenas aos homens parece contradizer &#8220;a condi\u00e7\u00e3o de igualdade entre homem e mulher como imagem de Deus &#8220;, &#8220;a igual dignidade de ambos os g\u00eaneros, baseada neste dado b\u00edblico&#8221;, a declara\u00e7\u00e3o de f\u00e9 de que: &#8220;J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 judeu nem grego, nem escravo e livre, homem e mulher, porque todos v\u00f3s sois \u2018um\u2019 em Cristo Jesus&#8221; (G\u00e1latas 3, 28), e o desenvolvimento social &#8220;que prev\u00ea igualdade de acesso, para ambos os g\u00eaneros, a todas as fun\u00e7\u00f5es institucionais e operacionais&#8221;.<\/p>\n<p>Por outro lado, foi apresentada esta tese: &#8220;A masculinidade de Cristo, e portanto a masculinidade daqueles que recebem a ordem, n\u00e3o \u00e9 acidental, mas parte integrante da identidade sacramental, preservando a ordem divina da salva\u00e7\u00e3o em Cristo. Alterar essa realidade n\u00e3o seria um simples ajuste do minist\u00e9rio, mas uma ruptura do significado nupcial da salva\u00e7\u00e3o.&#8221; Este par\u00e1grafo foi submetido \u00e0 vota\u00e7\u00e3o e recebeu cinco votos a favor de sua confirma\u00e7\u00e3o com essa formula\u00e7\u00e3o, enquanto os outros cinco membros votaram pela sua anula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com 9 votos a favor e um contra, foi formulado o desejo de que seja ampliado \u201co acesso das mulheres aos minist\u00e9rios institu\u00eddos para o servi\u00e7o da comunidade (&#8230;), garantindo assim tamb\u00e9m um reconhecimento eclesial adequado \u00e0 diaconia dos batizados, em particular das mulheres. Esse reconhecimento se revelar\u00e1 um sinal prof\u00e9tico, especialmente onde as mulheres ainda sofrem situa\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero\u201d.<\/p>\n<p>Em suas conclus\u00f5es, o cardeal Petrocchi destaca que existe \u201cuma intensa dial\u00e9tica\u201d entre duas orienta\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas. A primeira afirma que a ordena\u00e7\u00e3o do di\u00e1cono \u00e9 para o minist\u00e9rio e n\u00e3o para o sacerd\u00f3cio: \u201cEsse fator abriria caminho para a ordena\u00e7\u00e3o de diaconisas\u201d. A segunda, por outro lado, insiste \u201cna unidade do sacramento da ordem sagrada, junto com o significado esponsal dos tr\u00eas graus que o constituem, e rejeita a hip\u00f3tese do diaconato feminino: observa, al\u00e9m disso, que se fosse aprovada a admiss\u00e3o de mulheres ao primeiro grau da ordem, seria inexplic\u00e1vel a exclus\u00e3o dos demais\u201d. Por isso, segundo o cardeal, \u00e9 indispens\u00e1vel, para prosseguir com o estudo, \u201cuma an\u00e1lise cr\u00edtica rigorosa e ampliada conduzida sobre o diaconato em si mesmo, ou seja, sobre sua identidade sacramental e sua miss\u00e3o eclesial, esclarecendo alguns aspectos estruturais e pastorais que atualmente n\u00e3o est\u00e3o totalmente definidos\u201d. De fato, h\u00e1 continentes inteiros nos quais o minist\u00e9rio diaconal \u00e9 \u201cquase inexistente\u201d e outros onde ele atua com atividades que muitas vezes \u201ccoincidem com os pap\u00e9is pr\u00f3prios dos minist\u00e9rios laicais ou dos ministrantes na liturgia\u201d.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Publicado o relat\u00f3rio elaborado pelo cardeal com o resultado dos trabalhos: exclui-se a possibilidade de prosseguir na dire\u00e7\u00e3o da admiss\u00e3o das mulheres ao diaconato entendido como grau do sacramento da ordem, embora no momento n\u00e3o seja poss\u00edvel \u201cformular um julgamento definitivo, como no caso da ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal\u201d. Sim \u00e0 institui\u00e7\u00e3o de novos minist\u00e9rios para favorecer a sinergia entre homens e mulheres. \u201cO\u00a0status quaestionis\u00a0em torno da pesquisa hist\u00f3rica e da investiga\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica, consideradas em suas implica\u00e7\u00f5es m\u00fatuas, exclui a possibilidade de prosseguir na dire\u00e7\u00e3o da admiss\u00e3o de mulheres ao diaconato entendido como grau do sacramento da ordem. \u00c0 luz da Sagrada Escritura, da Tradi\u00e7\u00e3o e do Magist\u00e9rio eclesi\u00e1stico, esta avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 forte, embora n\u00e3o permita, at\u00e9 o momento, formular um julgamento definitivo, como no caso da ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal\u201d. Este \u00e9 o resultado alcan\u00e7ado pela segunda comiss\u00e3o presidida pelo arcebispo em\u00e9rito de \u00c1quila, cardeal Giuseppe Petrocchi, que, a pedido do Papa Francisco, examinou a possibilidade de proceder com a ordena\u00e7\u00e3o de mulheres diaconisas e concluiu seus trabalhos em fevereiro passado. \u00c9 o que consta no relat\u00f3rio de sete p\u00e1ginas que o cardeal enviou a Le\u00e3o XIV em 18 de setembro, e que agora torna-se p\u00fablico a pedido do Papa. Na primeira sess\u00e3o de trabalhos (2021), a comiss\u00e3o estabeleceu que &#8220;a Igreja reconheceu em diferentes \u00e9pocas, em diferentes lugares e de v\u00e1rias formas o t\u00edtulo de di\u00e1cono\/diaconisa referido \u00e0s mulheres, atribuindo-lhe, por\u00e9m, um significado n\u00e3o un\u00edvoco\u201d. Em 2021, por unanimidade, o debate teol\u00f3gico levou \u00e0 afirma\u00e7\u00e3o de que \u201co aprofundamento sistem\u00e1tico sobre o diaconato, no \u00e2mbito da teologia do sacramento da ordem, levanta quest\u00f5es sobre a compatibilidade da ordena\u00e7\u00e3o diaconal das mulheres com a doutrina cat\u00f3lica do minist\u00e9rio ordenado\u201d. Tamb\u00e9m por unanimidade, a comiss\u00e3o se manifestou a favor da institui\u00e7\u00e3o de novos minist\u00e9rios que \u201cpossam contribuir para a sinergia entre homens e mulheres\u201d. Na segunda sess\u00e3o de trabalhos (julho de 2022), a comiss\u00e3o aprovou (com 7 votos a favor e um contra) a formula\u00e7\u00e3o relatada integralmente no in\u00edcio deste artigo, que exclui a possibilidade de prosseguir na dire\u00e7\u00e3o da admiss\u00e3o de mulheres ao diaconato como grau do sacramento da ordem, mas sem formular hoje \u201cum julgamento definitivo\u201d. Por fim, na \u00faltima sess\u00e3o de trabalhos (fevereiro de 2025), ap\u00f3s o S\u00ednodo ter permitido a quem quisesse enviar sua contribui\u00e7\u00e3o, a comiss\u00e3o examinou todo o material recebido. \u201cEmbora as contribui\u00e7\u00f5es recebidas fossem numerosas, as pessoas ou grupos que enviaram seus trabalhos eram apenas 22 e representavam poucos pa\u00edses. Consequentemente, embora o material seja abundante e, em alguns casos, habilmente argumentado, n\u00e3o pode ser considerado como a voz do S\u00ednodo e muito menos do povo de Deus como um todo\u201d. O relat\u00f3rio resume os pr\u00f3s e os contras. Os favor\u00e1veis argumentam que a tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica e ortodoxa de reservar a ordena\u00e7\u00e3o diaconal (mas tamb\u00e9m a presbiteral e episcopal) apenas aos homens parece contradizer &#8220;a condi\u00e7\u00e3o de igualdade entre homem e mulher como imagem de Deus &#8220;, &#8220;a igual dignidade de ambos os g\u00eaneros, baseada neste dado b\u00edblico&#8221;, a declara\u00e7\u00e3o de f\u00e9 de que: &#8220;J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 judeu nem grego, nem escravo e livre, homem e mulher, porque todos v\u00f3s sois \u2018um\u2019 em Cristo Jesus&#8221; (G\u00e1latas 3, 28), e o desenvolvimento social &#8220;que prev\u00ea igualdade de acesso, para ambos os g\u00eaneros, a todas as fun\u00e7\u00f5es institucionais e operacionais&#8221;. Por outro lado, foi apresentada esta tese: &#8220;A masculinidade de Cristo, e portanto a masculinidade daqueles que recebem a ordem, n\u00e3o \u00e9 acidental, mas parte integrante da identidade sacramental, preservando a ordem divina da salva\u00e7\u00e3o em Cristo. Alterar essa realidade n\u00e3o seria um simples ajuste do minist\u00e9rio, mas uma ruptura do significado nupcial da salva\u00e7\u00e3o.&#8221; Este par\u00e1grafo foi submetido \u00e0 vota\u00e7\u00e3o e recebeu cinco votos a favor de sua confirma\u00e7\u00e3o com essa formula\u00e7\u00e3o, enquanto os outros cinco membros votaram pela sua anula\u00e7\u00e3o. Com 9 votos a favor e um contra, foi formulado o desejo de que seja ampliado \u201co acesso das mulheres aos minist\u00e9rios institu\u00eddos para o servi\u00e7o da comunidade (&#8230;), garantindo assim tamb\u00e9m um reconhecimento eclesial adequado \u00e0 diaconia dos batizados, em particular das mulheres. Esse reconhecimento se revelar\u00e1 um sinal prof\u00e9tico, especialmente onde as mulheres ainda sofrem situa\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero\u201d. Em suas conclus\u00f5es, o cardeal Petrocchi destaca que existe \u201cuma intensa dial\u00e9tica\u201d entre duas orienta\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas. A primeira afirma que a ordena\u00e7\u00e3o do di\u00e1cono \u00e9 para o minist\u00e9rio e n\u00e3o para o sacerd\u00f3cio: \u201cEsse fator abriria caminho para a ordena\u00e7\u00e3o de diaconisas\u201d. A segunda, por outro lado, insiste \u201cna unidade do sacramento da ordem sagrada, junto com o significado esponsal dos tr\u00eas graus que o constituem, e rejeita a hip\u00f3tese do diaconato feminino: observa, al\u00e9m disso, que se fosse aprovada a admiss\u00e3o de mulheres ao primeiro grau da ordem, seria inexplic\u00e1vel a exclus\u00e3o dos demais\u201d. Por isso, segundo o cardeal, \u00e9 indispens\u00e1vel, para prosseguir com o estudo, \u201cuma an\u00e1lise cr\u00edtica rigorosa e ampliada conduzida sobre o diaconato em si mesmo, ou seja, sobre sua identidade sacramental e sua miss\u00e3o eclesial, esclarecendo alguns aspectos estruturais e pastorais que atualmente n\u00e3o est\u00e3o totalmente definidos\u201d. De fato, h\u00e1 continentes inteiros nos quais o minist\u00e9rio diaconal \u00e9 \u201cquase inexistente\u201d e outros onde ele atua com atividades que muitas vezes \u201ccoincidem com os pap\u00e9is pr\u00f3prios dos minist\u00e9rios laicais ou dos ministrantes na liturgia\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":31748,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-31747","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31747","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31747"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31747\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31748"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31747"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31747"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31747"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}