{"id":31854,"date":"2026-01-02T11:15:01","date_gmt":"2026-01-02T11:15:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=31854"},"modified":"2026-01-02T11:15:01","modified_gmt":"2026-01-02T11:15:01","slug":"ano-novo-bispo-do-porto-pediu-animo-e-forca-a-mae-de-deus-para-o-sinodo-diocesano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/ano-novo-bispo-do-porto-pediu-animo-e-forca-a-mae-de-deus-para-o-sinodo-diocesano\/","title":{"rendered":"Ano Novo: bispo do Porto pediu \u201c\u00e2nimo e for\u00e7a\u201d \u00e0 \u201cM\u00e3e de Deus\u201d para o S\u00ednodo Diocesano"},"content":{"rendered":"<p>No Dia Mundial da Paz, Solenidade de Santa Maria M\u00e3e de Deus, o bispo do Porto pediu \u201c\u00e2nimo e for\u00e7a\u201d \u00e0 \u201cM\u00e3e de Deus\u201d para o S\u00ednodo Diocesano que foi anunciado no passado dia 28 de dezembro, na conclus\u00e3o do Jubileu de 2025.<\/p>\n<p>\u201cM\u00e3e de Deus e nossa M\u00e3e, este ano vai tamb\u00e9m congregar-nos \u00e0 volta dos trabalhos do nosso S\u00ednodo. Aben\u00e7oa este projeto do qual a Igreja do Porto sente necessidade. Queremos corresponder ao sonho que Deus tem para n\u00f3s, conhecer melhor a nossa realidade eclesial, estarmos \u00e0 altura deste tempo e aceitar os desafios e interpela\u00e7\u00f5es do mundo de hoje. Queremos congregar todos os fi\u00e9is de forma que sintam sua a realidade que todos formamos: a Igreja. Neste caso, a nossa Diocese do Porto. Aben\u00e7oa-nos. Intercede por n\u00f3s. D\u00e1-nos \u00e2nimo e for\u00e7a para levarmos o S\u00ednodo a bom porto. Ao Porto que \u00e9 esta Igreja diocesana\u201d, disse D. Manuel Linda.<\/p>\n<p>No dia de Ano Novo, 1 de janeiro de 2026, D. Manuel Linda dirigiu a sua homilia, \u00e0 \u201cQuerida M\u00e3ezinha do C\u00e9u\u201d, assinalando aspetos observados neste Ano Santo de 2025. \u201cPermite que te fale do ano que passou\u201d, declarou.<\/p>\n<p>O bispo do Porto afirmou ter observado durante as atividades do Jubileu \u201cmuitos sentimentos plenamente humanos a n\u00edvel das rela\u00e7\u00f5es interpessoais, forte solidariedade fraterna, a d\u00e1diva de si para servir os outros, minist\u00e9rios ordenados e institu\u00eddos, a colabora\u00e7\u00e3o entre os Estados, a afirma\u00e7\u00e3o da dignidade humana na cultura e no desporto, mulheres e homens que se disp\u00f5em generosamente a servir o bem-comum por interm\u00e9dio da pol\u00edtica, o avan\u00e7o de uma ci\u00eancia humanizada e humanizadora\u201d. \u201cVimos muita beleza\u201d. acrescenta.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o obstante, esta Igreja que se situa na hist\u00f3ria, tamb\u00e9m contactou de perto com as dores e ang\u00fastias da sociedade. Tomamos conhecimento de desastres naturais, de atrocidades tornadas rotineiras, do desequil\u00edbrio social e econ\u00f3mico crescentes, de redes sociais agressivas, do aumento da crise familiar, da viol\u00eancia entre os adolescentes e jovens, do avan\u00e7o do individualismo e consumismo. Vimos xenofobia, discrimina\u00e7\u00e3o e oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 integra\u00e7\u00e3o das minorias. E vimos guerras. Guerras de uma ferocidade animal. Guerras que conduziram ao rearmamento e fizeram desta ind\u00fastria, porventura, a que mais cresceu\u201d, sublinhou D. Manuel Linda.<\/p>\n<p>Para o novo ano de 2026, o bispo do Porto frisou o compromisso \u201ccom a paz\u201d, citando o Papa Le\u00e3o XIV: \u201cCome\u00e7amos um novo ciclo, o ano de 2026, refletindo e comprometendo-nos com a paz. No seguimento dos seus antecessores, o nosso Papa Le\u00e3o XIV enviou-nos uma bela mensagem acerca deste tema, intitulada \u201c<em>Rumo a uma paz desarmada e desarmante<\/em>\u201d. Alerta-nos para aquilo que sabemos bem, mas teimamos em esquecer: se a paz n\u00e3o come\u00e7ar em n\u00f3s pr\u00f3prios, n\u00e3o a vamos encontrar nas t\u00e9cnicas de morte, cada vez mais aperfei\u00e7oadas para matar mais e gerar destrui\u00e7\u00e3o total.<\/p>\n<p>\u201cM\u00e3ezinha, n\u00f3s, os crist\u00e3os, queremos comprometer-nos com a verdadeira paz que \u00e9 Jesus, o Jesus que tu nos deste\u201d, assinalou D. Manuel Linda concluindo a sua homilia com uma prece \u00e0 M\u00e3e de Deus: \u201cTransporta-nos durante este tempo da hist\u00f3ria no teu colo, bem junto ao teu cora\u00e7\u00e3o de M\u00e3e. Pedimos-te isso para todos os fi\u00e9is da Diocese do Porto, especialmente para aqueles que sentem mais necessidade de consola\u00e7\u00e3o: os tristes, os doentes, os velhinhos e quantos sofrem\u201d. (VP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Dia Mundial da Paz, Solenidade de Santa Maria M\u00e3e de Deus, o bispo do Porto pediu \u201c\u00e2nimo e for\u00e7a\u201d \u00e0 \u201cM\u00e3e de Deus\u201d para o S\u00ednodo Diocesano que foi anunciado no passado dia 28 de dezembro, na conclus\u00e3o do Jubileu de 2025. \u201cM\u00e3e de Deus e nossa M\u00e3e, este ano vai tamb\u00e9m congregar-nos \u00e0 volta dos trabalhos do nosso S\u00ednodo. Aben\u00e7oa este projeto do qual a Igreja do Porto sente necessidade. Queremos corresponder ao sonho que Deus tem para n\u00f3s, conhecer melhor a nossa realidade eclesial, estarmos \u00e0 altura deste tempo e aceitar os desafios e interpela\u00e7\u00f5es do mundo de hoje. Queremos congregar todos os fi\u00e9is de forma que sintam sua a realidade que todos formamos: a Igreja. Neste caso, a nossa Diocese do Porto. Aben\u00e7oa-nos. Intercede por n\u00f3s. D\u00e1-nos \u00e2nimo e for\u00e7a para levarmos o S\u00ednodo a bom porto. Ao Porto que \u00e9 esta Igreja diocesana\u201d, disse D. Manuel Linda. No dia de Ano Novo, 1 de janeiro de 2026, D. Manuel Linda dirigiu a sua homilia, \u00e0 \u201cQuerida M\u00e3ezinha do C\u00e9u\u201d, assinalando aspetos observados neste Ano Santo de 2025. \u201cPermite que te fale do ano que passou\u201d, declarou. O bispo do Porto afirmou ter observado durante as atividades do Jubileu \u201cmuitos sentimentos plenamente humanos a n\u00edvel das rela\u00e7\u00f5es interpessoais, forte solidariedade fraterna, a d\u00e1diva de si para servir os outros, minist\u00e9rios ordenados e institu\u00eddos, a colabora\u00e7\u00e3o entre os Estados, a afirma\u00e7\u00e3o da dignidade humana na cultura e no desporto, mulheres e homens que se disp\u00f5em generosamente a servir o bem-comum por interm\u00e9dio da pol\u00edtica, o avan\u00e7o de uma ci\u00eancia humanizada e humanizadora\u201d. \u201cVimos muita beleza\u201d. acrescenta. \u201cN\u00e3o obstante, esta Igreja que se situa na hist\u00f3ria, tamb\u00e9m contactou de perto com as dores e ang\u00fastias da sociedade. Tomamos conhecimento de desastres naturais, de atrocidades tornadas rotineiras, do desequil\u00edbrio social e econ\u00f3mico crescentes, de redes sociais agressivas, do aumento da crise familiar, da viol\u00eancia entre os adolescentes e jovens, do avan\u00e7o do individualismo e consumismo. Vimos xenofobia, discrimina\u00e7\u00e3o e oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 integra\u00e7\u00e3o das minorias. E vimos guerras. Guerras de uma ferocidade animal. Guerras que conduziram ao rearmamento e fizeram desta ind\u00fastria, porventura, a que mais cresceu\u201d, sublinhou D. Manuel Linda. Para o novo ano de 2026, o bispo do Porto frisou o compromisso \u201ccom a paz\u201d, citando o Papa Le\u00e3o XIV: \u201cCome\u00e7amos um novo ciclo, o ano de 2026, refletindo e comprometendo-nos com a paz. No seguimento dos seus antecessores, o nosso Papa Le\u00e3o XIV enviou-nos uma bela mensagem acerca deste tema, intitulada \u201cRumo a uma paz desarmada e desarmante\u201d. Alerta-nos para aquilo que sabemos bem, mas teimamos em esquecer: se a paz n\u00e3o come\u00e7ar em n\u00f3s pr\u00f3prios, n\u00e3o a vamos encontrar nas t\u00e9cnicas de morte, cada vez mais aperfei\u00e7oadas para matar mais e gerar destrui\u00e7\u00e3o total. \u201cM\u00e3ezinha, n\u00f3s, os crist\u00e3os, queremos comprometer-nos com a verdadeira paz que \u00e9 Jesus, o Jesus que tu nos deste\u201d, assinalou D. Manuel Linda concluindo a sua homilia com uma prece \u00e0 M\u00e3e de Deus: \u201cTransporta-nos durante este tempo da hist\u00f3ria no teu colo, bem junto ao teu cora\u00e7\u00e3o de M\u00e3e. Pedimos-te isso para todos os fi\u00e9is da Diocese do Porto, especialmente para aqueles que sentem mais necessidade de consola\u00e7\u00e3o: os tristes, os doentes, os velhinhos e quantos sofrem\u201d. 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