{"id":32084,"date":"2026-02-26T10:33:39","date_gmt":"2026-02-26T10:33:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=32084"},"modified":"2026-02-26T10:33:39","modified_gmt":"2026-02-26T10:33:39","slug":"coro-da-se-do-porto-apresenta-concerto-para-a-semana-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/coro-da-se-do-porto-apresenta-concerto-para-a-semana-santa\/","title":{"rendered":"Coro da S\u00e9 do Porto apresenta concerto para a Semana Santa"},"content":{"rendered":"<p>O Coro da S\u00e9 Catedral do Porto anuncia o seu Concerto de Abertura da Semana Santa, que decorrer\u00e1 no pr\u00f3ximo dia\u00a0<strong>28 de mar\u00e7o<\/strong>\u00a0de 2026, \u00e0s 21h30, na S\u00e9 Catedral do Porto.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o executadas as seguintes obras:\u00a0<em>Cantata\u00a0<strong>\u201cIch habe genug\u201d, BWV 82<\/strong><\/em>, de J.S. Bach (1685-1750), os\u00a0<strong><em>\u201cQuatre motets sur des th\u00e8mes gr\u00e9goriens\u201d, op.10<\/em>\u00a0<\/strong>e o\u00a0<strong><em>Requiem<\/em>, op. 9,<\/strong>\u00a0de Maurice Durufl\u00e9 (1902-11986).<\/p>\n<p>Ser\u00e3o int\u00e9rpretes o\u00a0<strong>Coro da S\u00e9 Catedral do Porto<\/strong>\u00a0(CSCP),\u00a0<strong>Ana dos Santos<\/strong>\u00a0(<em>mezzo-soprano<\/em>),\u00a0<strong>Job Tom\u00e9<\/strong>\u00a0(<em>bar\u00edtono<\/em>) e a\u00a0<strong>Orquestra Cl\u00e1ssica da Maia<\/strong>, sob a dire\u00e7\u00e3o do Maestro\u00a0<strong>Tiago Ferreira<\/strong>.<\/p>\n<p>Este programa, preparando a P\u00e1scoa de 2026, prop\u00f5e um di\u00e1logo improv\u00e1vel mas profundamente coerente entre dois pilares da m\u00fasica sacra europeia: Johann Sebastian Bach e Maurice Durufl\u00e9. De \u00e9pocas diferentes, ambos convergem numa premissa fundamental:\u00a0a m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 um mero adorno do culto, mas a pr\u00f3pria subst\u00e2ncia da f\u00e9 traduzida numa linguagem que a procura ajudar a vivenciar e exprimir atrav\u00e9s da composi\u00e7\u00e3o musical.<\/p>\n<p>O programa, numa l\u00f3gica de ascens\u00e3o espiritual, inicia-se com a \u201cCantata BWV 82\u201d, obra de introspe\u00e7\u00e3o absoluta, onde o indiv\u00edduo encara e medita na sua pr\u00f3pria finitude.<\/p>\n<p>Os quatro motetes sobre temas do canto gregoriano, convidam \u00e0 medita\u00e7\u00e3o, como purifica\u00e7\u00e3o auditiva, que culmina na arquitetura monumental do \u201cRequiem\u201d de M. Durufl\u00e9, onde a voz individual se funde na s\u00faplica coletiva da humanidade.<\/p>\n<p>Refere ainda a Dire\u00e7\u00e3o do Coro que, com este programa, se prop\u00f5e uma medita\u00e7\u00e3o e um convite ao sil\u00eancio interior, em que os autores Bach e Durufl\u00e9 nos lembram que a m\u00fasica \u00e9 a ferramenta mais poderosa para lidar com o invis\u00edvel, procurando que a presen\u00e7a e participa\u00e7\u00e3o neste concerto promova pela m\u00fasica \u201cuma sensa\u00e7\u00e3o renovada de paz\u201d, que constitui\u00a0o verdadeiro esp\u00edrito da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>A entrada \u00e9 livre, limitada ao espa\u00e7o dispon\u00edvel na catedral.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Coro da S\u00e9 Catedral do Porto anuncia o seu Concerto de Abertura da Semana Santa, que decorrer\u00e1 no pr\u00f3ximo dia\u00a028 de mar\u00e7o\u00a0de 2026, \u00e0s 21h30, na S\u00e9 Catedral do Porto. Ser\u00e3o executadas as seguintes obras:\u00a0Cantata\u00a0\u201cIch habe genug\u201d, BWV 82, de J.S. Bach (1685-1750), os\u00a0\u201cQuatre motets sur des th\u00e8mes gr\u00e9goriens\u201d, op.10\u00a0e o\u00a0Requiem, op. 9,\u00a0de Maurice Durufl\u00e9 (1902-11986). Ser\u00e3o int\u00e9rpretes o\u00a0Coro da S\u00e9 Catedral do Porto\u00a0(CSCP),\u00a0Ana dos Santos\u00a0(mezzo-soprano),\u00a0Job Tom\u00e9\u00a0(bar\u00edtono) e a\u00a0Orquestra Cl\u00e1ssica da Maia, sob a dire\u00e7\u00e3o do Maestro\u00a0Tiago Ferreira. Este programa, preparando a P\u00e1scoa de 2026, prop\u00f5e um di\u00e1logo improv\u00e1vel mas profundamente coerente entre dois pilares da m\u00fasica sacra europeia: Johann Sebastian Bach e Maurice Durufl\u00e9. 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