{"id":32350,"date":"2026-04-29T10:23:12","date_gmt":"2026-04-29T10:23:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=32350"},"modified":"2026-04-29T10:23:12","modified_gmt":"2026-04-29T10:23:12","slug":"leao-xiv-viagem-a-africa-uma-riqueza-inestimavel-para-o-meu-coracao-e-para-o-meu-ministerio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/leao-xiv-viagem-a-africa-uma-riqueza-inestimavel-para-o-meu-coracao-e-para-o-meu-ministerio\/","title":{"rendered":"Le\u00e3o XIV, viagem \u00e0 \u00c1frica: uma riqueza inestim\u00e1vel para o meu cora\u00e7\u00e3o e para o meu minist\u00e9rio"},"content":{"rendered":"<p>Na catequese da Audi\u00eancia Geral, desta quarta-feira (29\/04), realizada na Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro, o Papa Le\u00e3o XIV falou sobre sua viagem apost\u00f3lica ao Continente Africano, de 13 a 23 de abril, em que o Pont\u00edfice visitou quatro pa\u00edses: Arg\u00e9lia, Camar\u00f5es, Angola e Guin\u00e9 Equatorial.<\/p>\n<p>O Papa disse que desde o in\u00edcio do seu pontificado desejava visitar a \u00c1frica. A seguir, acrescentou:<\/p>\n<p><i>Agrade\u00e7o ao Senhor que me permitiu realiz\u00e1-la, como Pastor, para encontrar e encorajar o povo de Deus; e tamb\u00e9m viv\u00ea-la como uma mensagem de paz num momento hist\u00f3rico marcado por guerras e por graves e frequentes viola\u00e7\u00f5es do direito internacional. Expresso o meu sincero agradecimento aos bispos e \u00e0s autoridades civis que me acolheram e a todos os que colaboraram na organiza\u00e7\u00e3o.<\/i><\/p>\n<p>Depois, recordou o primeiro pa\u00eds visitado por ele, Arg\u00e9lia, &#8220;onde se encontram os lugares de Santo Agostinho. Assim, vi-me, por um lado, a partir das ra\u00edzes da minha identidade espiritual e, por outro, a atravessar e a fortalecer pontes muito importantes para o mundo e para a Igreja de hoje: a ponte para a era fecunda dos Padres da Igreja; a ponte para o mundo isl\u00e2mico; a ponte para o continente africano&#8221;.<\/p>\n<p>Le\u00e3o XIV disse que na Arg\u00e9lia foi acolhido &#8220;com respeito e cordialidade&#8221; e que com essa experi\u00eancia foi poss\u00edvel &#8220;mostrar ao mundo que \u00e9 poss\u00edvel conviver como irm\u00e3os e irm\u00e3s, mesmo de religi\u00f5es diferentes, quando nos reconhecemos como filhos do mesmo Pai misericordioso&#8221;. De acordo com o Papa, essa visita &#8220;foi uma oportunidade prop\u00edcia para estudar os ensinamentos de Santo Agostinho: com a sua experi\u00eancia de vida, os seus escritos e a sua espiritualidade, ele \u00e9 um mestre na busca de Deus e da verdade. Um testemunho importante hoje mais do que nunca para os crist\u00e3os e para todas as pessoas&#8221;.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas pa\u00edses seguintes, visitados pelo Pont\u00edfice, \u00e9 predominantemente crist\u00e3, e Le\u00e3o XIV mergulhou &#8220;num ambiente de celebra\u00e7\u00e3o da f\u00e9, de acolhimento caloroso, fomentado tamb\u00e9m pelos tra\u00e7os t\u00edpicos africanos&#8221;.<\/p>\n<p><i>A minha visita aos Camar\u00f5es permitiu-me refor\u00e7ar o meu apelo para trabalharmos em conjunto pela reconcilia\u00e7\u00e3o e pela paz, porque este pa\u00eds tamb\u00e9m est\u00e1, infelizmente, marcado por tens\u00f5es e viol\u00eancia.<\/i><\/p>\n<p>O Pont\u00edfice recordou sua viagem a Bamenda, na regi\u00e3o angl\u00f3fona, onde incentivou &#8220;a colabora\u00e7\u00e3o pela paz&#8221;. A Rep\u00fablica de Camar\u00f5es \u00e9 chamada de \u201c\u00c1frica em miniatura\u201d, &#8220;em refer\u00eancia \u00e0 variedade e \u00e0 riqueza da sua natureza e dos seus recursos&#8221;. O Papa recordou que \u00e9 necess\u00e1ria &#8220;uma distribui\u00e7\u00e3o justa da riqueza, dar espa\u00e7o aos jovens, vencendo a corrup\u00e7\u00e3o end\u00eamica, promover o desenvolvimento integral e sustent\u00e1vel, combatendo as diversas formas de neocolonialismo com uma coopera\u00e7\u00e3o internacional vision\u00e1ria&#8221;. &#8220;Agrade\u00e7o \u00e0 Igreja dos Camar\u00f5es e a todo o povo camaron\u00eas, que me acolheram com tanto amor, e rezo para que o esp\u00edrito de unidade manifestado durante a minha visita se mantenha vivo e oriente as decis\u00f5es e a\u00e7\u00f5es futuras&#8221;, disse Le\u00e3o.<\/p>\n<p>A terceira etapa da viagem foi Angola, &#8220;um vasto pa\u00eds a sul do Equador, com uma tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 plurissecular, ligada \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa. Tal como muitos pa\u00edses africanos, ap\u00f3s a conquista da independ\u00eancia, Angola atravessou um per\u00edodo turbulento, que no seu caso foi marcado por uma longa guerra interna&#8221;.<\/p>\n<p><i>No cadinho desta hist\u00f3ria, Deus guiou e purificou a Igreja, convertendo-a cada vez mais ao servi\u00e7o do Evangelho, do progresso humano, da reconcilia\u00e7\u00e3o e da paz. Uma Igreja livre para um povo livre! No Santu\u00e1rio Mariano de Mam\u00e3 Muxima \u2013 que significa \u201cM\u00e3e do cora\u00e7\u00e3o\u201d \u2013 senti o pulsar do cora\u00e7\u00e3o do povo angolano.<\/i><\/p>\n<p>Le\u00e3o XIV disse que \u00e9 necess\u00e1rio &#8220;um compromisso concreto, cabendo \u00e0 Igreja, atrav\u00e9s do testemunho e da corajosa proclama\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus, reconhecer os direitos de todos e promover o seu respeito efetivo&#8221;. &#8220;Junto das autoridades civis angolanas, mas tamb\u00e9m das dos outros pa\u00edses, pude assegurar-lhes a disponibilidade da Igreja Cat\u00f3lica para continuar contribuindo, nomeadamente nas \u00e1reas da sa\u00fade e da educa\u00e7\u00e3o&#8221;, sublinhou.<\/p>\n<p>O \u00faltimo pa\u00eds visitado pelo Papa &#8220;foi a Guin\u00e9 Equatorial, 170 anos depois da primeira evangeliza\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><i>Com a sabedoria da tradi\u00e7\u00e3o e a luz de Cristo, o povo equato-guineense tem superado as vicissitudes da sua hist\u00f3ria e, nos \u00faltimos dias, na presen\u00e7a do Papa, renovou com grande entusiasmo a sua determina\u00e7\u00e3o de caminhar em conjunto rumo a um futuro de esperan\u00e7a.<\/i><\/p>\n<p>Le\u00e3o XIV recordou o que viveu na pris\u00e3o de Bata, onde &#8220;os reclusos cantaram a plenos pulm\u00f5es um hino de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as a Deus e ao Papa, pedindo ora\u00e7\u00f5es \u201cpelos seus pecados e pela sua liberdade\u201d. &#8220;Eu nunca tinha visto nada igual. E depois rezaram o Pai-Nosso comigo debaixo de uma chuva torrencial. Um verdadeiro sinal do Reino de Deus&#8221;, disse o Papa Le\u00e3o. O Papa recordou tamb\u00e9m &#8220;o grande encontro com os jovens no est\u00e1dio de Bata. Uma celebra\u00e7\u00e3o de alegria crist\u00e3, com testemunhos comoventes de jovens que encontraram no Evangelho o caminho para um crescimento livre e respons\u00e1vel&#8221;. &#8220;Esta celebra\u00e7\u00e3o culminou na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica do dia seguinte, que coroou dignamente a visita \u00e0 Guin\u00e9 Equatorial e toda a Viagem Apost\u00f3lica&#8221;, disse o Papa, que finalizou, dizendo:<\/p>\n<p><i>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, a visita do Papa \u00e9 uma oportunidade para os povos africanos fazerem ouvir as suas vozes, expressarem a alegria de serem povo de Deus e a sua esperan\u00e7a num futuro melhor, um futuro digno para cada um de n\u00f3s e para todos. Estou feliz por lhes ter dado esta oportunidade e, ao mesmo tempo, agrade\u00e7o ao Senhor o que deram a mim, uma riqueza inestim\u00e1vel para o meu cora\u00e7\u00e3o e para o meu minist\u00e9rio.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na catequese da Audi\u00eancia Geral, desta quarta-feira (29\/04), realizada na Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro, o Papa Le\u00e3o XIV falou sobre sua viagem apost\u00f3lica ao Continente Africano, de 13 a 23 de abril, em que o Pont\u00edfice visitou quatro pa\u00edses: Arg\u00e9lia, Camar\u00f5es, Angola e Guin\u00e9 Equatorial. O Papa disse que desde o in\u00edcio do seu pontificado desejava visitar a \u00c1frica. A seguir, acrescentou: Agrade\u00e7o ao Senhor que me permitiu realiz\u00e1-la, como Pastor, para encontrar e encorajar o povo de Deus; e tamb\u00e9m viv\u00ea-la como uma mensagem de paz num momento hist\u00f3rico marcado por guerras e por graves e frequentes viola\u00e7\u00f5es do direito internacional. Expresso o meu sincero agradecimento aos bispos e \u00e0s autoridades civis que me acolheram e a todos os que colaboraram na organiza\u00e7\u00e3o. Depois, recordou o primeiro pa\u00eds visitado por ele, Arg\u00e9lia, &#8220;onde se encontram os lugares de Santo Agostinho. Assim, vi-me, por um lado, a partir das ra\u00edzes da minha identidade espiritual e, por outro, a atravessar e a fortalecer pontes muito importantes para o mundo e para a Igreja de hoje: a ponte para a era fecunda dos Padres da Igreja; a ponte para o mundo isl\u00e2mico; a ponte para o continente africano&#8221;. Le\u00e3o XIV disse que na Arg\u00e9lia foi acolhido &#8220;com respeito e cordialidade&#8221; e que com essa experi\u00eancia foi poss\u00edvel &#8220;mostrar ao mundo que \u00e9 poss\u00edvel conviver como irm\u00e3os e irm\u00e3s, mesmo de religi\u00f5es diferentes, quando nos reconhecemos como filhos do mesmo Pai misericordioso&#8221;. De acordo com o Papa, essa visita &#8220;foi uma oportunidade prop\u00edcia para estudar os ensinamentos de Santo Agostinho: com a sua experi\u00eancia de vida, os seus escritos e a sua espiritualidade, ele \u00e9 um mestre na busca de Deus e da verdade. Um testemunho importante hoje mais do que nunca para os crist\u00e3os e para todas as pessoas&#8221;. A popula\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas pa\u00edses seguintes, visitados pelo Pont\u00edfice, \u00e9 predominantemente crist\u00e3, e Le\u00e3o XIV mergulhou &#8220;num ambiente de celebra\u00e7\u00e3o da f\u00e9, de acolhimento caloroso, fomentado tamb\u00e9m pelos tra\u00e7os t\u00edpicos africanos&#8221;. A minha visita aos Camar\u00f5es permitiu-me refor\u00e7ar o meu apelo para trabalharmos em conjunto pela reconcilia\u00e7\u00e3o e pela paz, porque este pa\u00eds tamb\u00e9m est\u00e1, infelizmente, marcado por tens\u00f5es e viol\u00eancia. O Pont\u00edfice recordou sua viagem a Bamenda, na regi\u00e3o angl\u00f3fona, onde incentivou &#8220;a colabora\u00e7\u00e3o pela paz&#8221;. A Rep\u00fablica de Camar\u00f5es \u00e9 chamada de \u201c\u00c1frica em miniatura\u201d, &#8220;em refer\u00eancia \u00e0 variedade e \u00e0 riqueza da sua natureza e dos seus recursos&#8221;. O Papa recordou que \u00e9 necess\u00e1ria &#8220;uma distribui\u00e7\u00e3o justa da riqueza, dar espa\u00e7o aos jovens, vencendo a corrup\u00e7\u00e3o end\u00eamica, promover o desenvolvimento integral e sustent\u00e1vel, combatendo as diversas formas de neocolonialismo com uma coopera\u00e7\u00e3o internacional vision\u00e1ria&#8221;. &#8220;Agrade\u00e7o \u00e0 Igreja dos Camar\u00f5es e a todo o povo camaron\u00eas, que me acolheram com tanto amor, e rezo para que o esp\u00edrito de unidade manifestado durante a minha visita se mantenha vivo e oriente as decis\u00f5es e a\u00e7\u00f5es futuras&#8221;, disse Le\u00e3o. A terceira etapa da viagem foi Angola, &#8220;um vasto pa\u00eds a sul do Equador, com uma tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 plurissecular, ligada \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa. Tal como muitos pa\u00edses africanos, ap\u00f3s a conquista da independ\u00eancia, Angola atravessou um per\u00edodo turbulento, que no seu caso foi marcado por uma longa guerra interna&#8221;. No cadinho desta hist\u00f3ria, Deus guiou e purificou a Igreja, convertendo-a cada vez mais ao servi\u00e7o do Evangelho, do progresso humano, da reconcilia\u00e7\u00e3o e da paz. Uma Igreja livre para um povo livre! No Santu\u00e1rio Mariano de Mam\u00e3 Muxima \u2013 que significa \u201cM\u00e3e do cora\u00e7\u00e3o\u201d \u2013 senti o pulsar do cora\u00e7\u00e3o do povo angolano. Le\u00e3o XIV disse que \u00e9 necess\u00e1rio &#8220;um compromisso concreto, cabendo \u00e0 Igreja, atrav\u00e9s do testemunho e da corajosa proclama\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus, reconhecer os direitos de todos e promover o seu respeito efetivo&#8221;. &#8220;Junto das autoridades civis angolanas, mas tamb\u00e9m das dos outros pa\u00edses, pude assegurar-lhes a disponibilidade da Igreja Cat\u00f3lica para continuar contribuindo, nomeadamente nas \u00e1reas da sa\u00fade e da educa\u00e7\u00e3o&#8221;, sublinhou. O \u00faltimo pa\u00eds visitado pelo Papa &#8220;foi a Guin\u00e9 Equatorial, 170 anos depois da primeira evangeliza\u00e7\u00e3o&#8221;. Com a sabedoria da tradi\u00e7\u00e3o e a luz de Cristo, o povo equato-guineense tem superado as vicissitudes da sua hist\u00f3ria e, nos \u00faltimos dias, na presen\u00e7a do Papa, renovou com grande entusiasmo a sua determina\u00e7\u00e3o de caminhar em conjunto rumo a um futuro de esperan\u00e7a. Le\u00e3o XIV recordou o que viveu na pris\u00e3o de Bata, onde &#8220;os reclusos cantaram a plenos pulm\u00f5es um hino de a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as a Deus e ao Papa, pedindo ora\u00e7\u00f5es \u201cpelos seus pecados e pela sua liberdade\u201d. &#8220;Eu nunca tinha visto nada igual. E depois rezaram o Pai-Nosso comigo debaixo de uma chuva torrencial. Um verdadeiro sinal do Reino de Deus&#8221;, disse o Papa Le\u00e3o. O Papa recordou tamb\u00e9m &#8220;o grande encontro com os jovens no est\u00e1dio de Bata. Uma celebra\u00e7\u00e3o de alegria crist\u00e3, com testemunhos comoventes de jovens que encontraram no Evangelho o caminho para um crescimento livre e respons\u00e1vel&#8221;. &#8220;Esta celebra\u00e7\u00e3o culminou na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica do dia seguinte, que coroou dignamente a visita \u00e0 Guin\u00e9 Equatorial e toda a Viagem Apost\u00f3lica&#8221;, disse o Papa, que finalizou, dizendo: Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, a visita do Papa \u00e9 uma oportunidade para os povos africanos fazerem ouvir as suas vozes, expressarem a alegria de serem povo de Deus e a sua esperan\u00e7a num futuro melhor, um futuro digno para cada um de n\u00f3s e para todos. Estou feliz por lhes ter dado esta oportunidade e, ao mesmo tempo, agrade\u00e7o ao Senhor o que deram a mim, uma riqueza inestim\u00e1vel para o meu cora\u00e7\u00e3o e para o meu minist\u00e9rio.<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":32351,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-32350","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32350","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32350"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32350\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32351"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32350"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32350"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32350"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}