{"id":32549,"date":"2026-06-17T10:36:05","date_gmt":"2026-06-17T10:36:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=32549"},"modified":"2026-06-17T10:36:05","modified_gmt":"2026-06-17T10:36:05","slug":"sinodo-d-joaquim-dionisio-desejamos-que-todos-se-sintam-protagonistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/sinodo-d-joaquim-dionisio-desejamos-que-todos-se-sintam-protagonistas\/","title":{"rendered":"S\u00ednodo. D. Joaquim Dion\u00edsio: \u201cdesejamos que todos se sintam protagonistas\u201d"},"content":{"rendered":"<p><strong>Em entrevista ao jornal Voz Portucalense, D. Joaquim Dion\u00edsio, coordenador geral do S\u00ednodo Diocesano do Porto, apela a uma participa\u00e7\u00e3o ativa. \u201cA palavra, o di\u00e1logo, a<\/strong><strong>\u00a0escuta, tudo isso s\u00e3o termos sinodais que n\u00f3s queremos implementar\u201d, diz o bispo auxiliar do Porto.<\/strong><\/p>\n<p>Num primeiro exerc\u00edcio de comunica\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o da Carta Pastoral que orienta o S\u00ednodo Diocesano do Porto, D. Joaquim Dion\u00edsio revela o essencial do caminho percorrido at\u00e9 ao momento. Em entrevista ao jornal Voz Portucalense, o bispo auxiliar do Porto e coordenador geral do S\u00ednodo Diocesano do Porto explica o lema da diocese para este processo sinodal, refere como decorreu a fase preparat\u00f3ria e salienta a import\u00e2ncia do exerc\u00edcio da escuta.<\/p>\n<p><strong>P: Que caminho em conjunto prop\u00f5e o S\u00ednodo Diocesano do Porto\u00a0<\/strong><strong>com o lema \u201cSer Porto: formar, reformar, transformar\u201d?<\/strong><\/p>\n<p>R: O lema foi escolhido depois de termos ouvido muitos protagonistas. E a verdade \u00e9 que a formula\u00e7\u00e3o pretende ser j\u00e1 um programa. Ou seja, tentarmos crescer e evoluir, no sentido de, enquanto diocese, de acordo com aquilo que fomos ouvindo, promover uma maior forma\u00e7\u00e3o de todos, quem somos, e sobretudo, tamb\u00e9m, olhando para aquele a quem queremos seguir: Jesus Cristo, a quem temos que conhecer melhor. E de maneira que o \u201cformar\u201d vai no sentido de, em conjunto, encontrarmos respostas para aumentar n\u00e3o apenas o que sabemos, e n\u00e3o \u00e9 um saber apenas intelectual, mas o ser crist\u00e3o e o ser capaz de dar respostas. Um pouco no seguimento daquilo que S\u00e3o Pedro dizia na sua carta: \u201cEstai sempre prontos a dar raz\u00f5es da vossa esperan\u00e7a.\u201d Ent\u00e3o propomos isso.<\/p>\n<p>Propomos tamb\u00e9m esse \u201creformar\u201d no sentido de agilizar estruturas, ver quais s\u00e3o as melhores maneiras de estar no terreno, ocupar o territ\u00f3rio, atendendo \u00e0 mobilidade das pessoas, mas depois olhar tamb\u00e9m para as nossas estruturas e ver o que podemos fazer para agilizar e estar com capacidade para.<\/p>\n<p>E depois o \u201ctransformar\u201d \u00e9 a grande meta, porque \u00e9 a convers\u00e3o pastoral que desejamos. Portanto, aumentar esta consci\u00eancia de que somos disc\u00edpulos mission\u00e1rios, e capacitarmo-nos todos para darmos respostas \u00e0quilo que o mundo espera de n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>P: Como decorreu a fase preparat\u00f3ria do S\u00ednodo?<\/strong><\/p>\n<p>R: N\u00e3o cometo nenhuma inconfid\u00eancia se disser que D. Manuel Linda colheu a diocese de surpresa quando, no dia 20 de Setembro de 2025, em F\u00e1tima, anunciou a possibilidade de um s\u00ednodo. Depois durante alguns meses, decorreram aqueles encontros habituais com o Conselho Presbiteral, o Conselho Pastoral, o Conselho Episcopal, reuni\u00f5es de vig\u00e1rios, reuni\u00f5es de secretariados e, portanto, muitos que responderam individualmente. E o sentimento foi un\u00e2nime. O Porto estava preparado. E desde 1710 que isso n\u00e3o acontecia. Portanto, h\u00e1 mais de 300 anos que n\u00e3o h\u00e1 um s\u00ednodo diocesano. De maneira que, ap\u00f3s este an\u00fancio e depois destes encontros, foi organizada uma comiss\u00e3o preparat\u00f3ria que come\u00e7ou a desenvolver algum trabalho e de maneira que esta prepara\u00e7\u00e3o, esta divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 ainda a decorrer, embora haja j\u00e1 muito que esteja feito, como a ora\u00e7\u00e3o, o hino, o Regulamento Geral, a Carta Pastoral\u2026 As pessoas tenham sido j\u00e1 convidadas para assumirem determinadas responsabilidades. Eu penso que esta fase de divulga\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o, motiva\u00e7\u00e3o vai continuar, penso eu, at\u00e9 quase finais deste ano, porque vamos ter encontros vicariais de forma\u00e7\u00e3o e de informa\u00e7\u00e3o. Vamos sobretudo convidar as pessoas a rezarem por este evento de Gra\u00e7a que \u00e9 o S\u00ednodo. E de maneira que, para responder \u00e0 quest\u00e3o, esta fase preparat\u00f3ria decorreu j\u00e1 de uma forma muito sinodal, colhendo opini\u00f5es, auscultando pessoas, convidando\u2026 De maneira que est\u00e1 a decorrer, e penso que bem.<\/p>\n<p><strong>P: Na carta pastoral proposta pelo bispo do Porto e seus\u00a0<\/strong><strong>auxiliares \u00e9 afirmada a necessidade de exercitar uma escuta ativa do Esp\u00edrito. Como vai ser a dinamiza\u00e7\u00e3o desse trabalho?<\/strong><\/p>\n<p>R: Depois desta fase dita mais de divulga\u00e7\u00e3o, de prepara\u00e7\u00e3o, vamos entrar numa outra fase dita de ausculta\u00e7\u00e3o. Ou seja, no primeiro semestre de 2027, as equipas sinodais, grupos sinodais, em todas as par\u00f3quias, secretariados, escolas, onde haja possibilidade de serem formadas, v\u00e3o ser auscultadas de acordo com materiais, conte\u00fados, esquemas que v\u00e3o ser divulgados, e de maneira que essa ausculta\u00e7\u00e3o vai ser feita. E desta ausculta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 depois poss\u00edvel elaborar aquilo que chamamos o instrumento de trabalho, que ser\u00e1 apresentado em Dezembro de 2027. Depois, essa escuta do Esp\u00edrito continuar\u00e1 sobretudo naquelas que n\u00f3s prevemos serem as tr\u00eas sess\u00f5es da Assembleia Sinodal que decorrer\u00e3o nos primeiros quatro meses de 2028. Portanto, a palavra, o di\u00e1logo, a escuta, tudo isso s\u00e3o termos sinodais que n\u00f3s queremos implementar. E, sobretudo, queremos que todo este esfor\u00e7o, este caminho, se transforme depois num processo, nesse novo estilo de ser Igreja que parte deste evento. N\u00e3o partimos do nada. H\u00e1 muito trabalho que j\u00e1 se fez, h\u00e1 muita participa\u00e7\u00e3o que j\u00e1 acontece, h\u00e1 muito di\u00e1logo que continuamente se processa e, portanto, penso que s\u00f3 um pouco mais de esfor\u00e7o que \u00e9 pedido a todos, tendo em conta aquilo que queremos. E, portanto, essa fase da escuta do esp\u00edrito, que n\u00e3o termina, que vai continuar, mas est\u00e1 mais ou menos presente nestes dois passos. E depois, ap\u00f3s a conclus\u00e3o do S\u00ednodo, a aprova\u00e7\u00e3o das propostas sinodais que se prev\u00ea para dia 4 de junho, dia de Pentecostes, de 2028, teremos depois a grande fase, o grande desafio que \u00e9 sempre a rece\u00e7\u00e3o. De maneira que em todo este caminho n\u00f3s queremos escutar verdadeiramente o Esp\u00edrito e queremos que todos participem nesta a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>P: Quer deixar um apelo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>P: Quer deixar um apelo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>R: Como membro diocesano, e como todos os diocesanos, n\u00f3s esperamos e desejamos que todos se sintam protagonis as, sujeitos neste caminho. E, por isso, o grande convite \u00e9 o acolher da iniciativa, e depois o disponibilizar-se na ora\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m na participa\u00e7\u00e3o nos grupos sinodais e, sobretudo, manifestando o interesse em acompanhar todo o processo. Porque aquilo que n\u00f3s pedimos a quem vai ter a responsabilidade de assumir a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m o desta transpar\u00eancia, que tudo esteja ao alcance de todos. E, portanto, pedia esse acolhimento, essa participa\u00e7\u00e3o ativa, e depois esse interesse, que n\u00e3o desvane\u00e7a e, sobretudo, que tudo desague numa convers\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria, tendo a miss\u00e3o sempre como grande meta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista ao jornal Voz Portucalense, D. Joaquim Dion\u00edsio, coordenador geral do S\u00ednodo Diocesano do Porto, apela a uma participa\u00e7\u00e3o ativa. \u201cA palavra, o di\u00e1logo, a\u00a0escuta, tudo isso s\u00e3o termos sinodais que n\u00f3s queremos implementar\u201d, diz o bispo auxiliar do Porto. Num primeiro exerc\u00edcio de comunica\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o da Carta Pastoral que orienta o S\u00ednodo Diocesano do Porto, D. Joaquim Dion\u00edsio revela o essencial do caminho percorrido at\u00e9 ao momento. Em entrevista ao jornal Voz Portucalense, o bispo auxiliar do Porto e coordenador geral do S\u00ednodo Diocesano do Porto explica o lema da diocese para este processo sinodal, refere como decorreu a fase preparat\u00f3ria e salienta a import\u00e2ncia do exerc\u00edcio da escuta. P: Que caminho em conjunto prop\u00f5e o S\u00ednodo Diocesano do Porto\u00a0com o lema \u201cSer Porto: formar, reformar, transformar\u201d? R: O lema foi escolhido depois de termos ouvido muitos protagonistas. E a verdade \u00e9 que a formula\u00e7\u00e3o pretende ser j\u00e1 um programa. Ou seja, tentarmos crescer e evoluir, no sentido de, enquanto diocese, de acordo com aquilo que fomos ouvindo, promover uma maior forma\u00e7\u00e3o de todos, quem somos, e sobretudo, tamb\u00e9m, olhando para aquele a quem queremos seguir: Jesus Cristo, a quem temos que conhecer melhor. E de maneira que o \u201cformar\u201d vai no sentido de, em conjunto, encontrarmos respostas para aumentar n\u00e3o apenas o que sabemos, e n\u00e3o \u00e9 um saber apenas intelectual, mas o ser crist\u00e3o e o ser capaz de dar respostas. Um pouco no seguimento daquilo que S\u00e3o Pedro dizia na sua carta: \u201cEstai sempre prontos a dar raz\u00f5es da vossa esperan\u00e7a.\u201d Ent\u00e3o propomos isso. Propomos tamb\u00e9m esse \u201creformar\u201d no sentido de agilizar estruturas, ver quais s\u00e3o as melhores maneiras de estar no terreno, ocupar o territ\u00f3rio, atendendo \u00e0 mobilidade das pessoas, mas depois olhar tamb\u00e9m para as nossas estruturas e ver o que podemos fazer para agilizar e estar com capacidade para. E depois o \u201ctransformar\u201d \u00e9 a grande meta, porque \u00e9 a convers\u00e3o pastoral que desejamos. Portanto, aumentar esta consci\u00eancia de que somos disc\u00edpulos mission\u00e1rios, e capacitarmo-nos todos para darmos respostas \u00e0quilo que o mundo espera de n\u00f3s. P: Como decorreu a fase preparat\u00f3ria do S\u00ednodo? R: N\u00e3o cometo nenhuma inconfid\u00eancia se disser que D. Manuel Linda colheu a diocese de surpresa quando, no dia 20 de Setembro de 2025, em F\u00e1tima, anunciou a possibilidade de um s\u00ednodo. Depois durante alguns meses, decorreram aqueles encontros habituais com o Conselho Presbiteral, o Conselho Pastoral, o Conselho Episcopal, reuni\u00f5es de vig\u00e1rios, reuni\u00f5es de secretariados e, portanto, muitos que responderam individualmente. E o sentimento foi un\u00e2nime. O Porto estava preparado. E desde 1710 que isso n\u00e3o acontecia. Portanto, h\u00e1 mais de 300 anos que n\u00e3o h\u00e1 um s\u00ednodo diocesano. De maneira que, ap\u00f3s este an\u00fancio e depois destes encontros, foi organizada uma comiss\u00e3o preparat\u00f3ria que come\u00e7ou a desenvolver algum trabalho e de maneira que esta prepara\u00e7\u00e3o, esta divulga\u00e7\u00e3o est\u00e1 ainda a decorrer, embora haja j\u00e1 muito que esteja feito, como a ora\u00e7\u00e3o, o hino, o Regulamento Geral, a Carta Pastoral\u2026 As pessoas tenham sido j\u00e1 convidadas para assumirem determinadas responsabilidades. Eu penso que esta fase de divulga\u00e7\u00e3o, prepara\u00e7\u00e3o, motiva\u00e7\u00e3o vai continuar, penso eu, at\u00e9 quase finais deste ano, porque vamos ter encontros vicariais de forma\u00e7\u00e3o e de informa\u00e7\u00e3o. Vamos sobretudo convidar as pessoas a rezarem por este evento de Gra\u00e7a que \u00e9 o S\u00ednodo. E de maneira que, para responder \u00e0 quest\u00e3o, esta fase preparat\u00f3ria decorreu j\u00e1 de uma forma muito sinodal, colhendo opini\u00f5es, auscultando pessoas, convidando\u2026 De maneira que est\u00e1 a decorrer, e penso que bem. P: Na carta pastoral proposta pelo bispo do Porto e seus\u00a0auxiliares \u00e9 afirmada a necessidade de exercitar uma escuta ativa do Esp\u00edrito. Como vai ser a dinamiza\u00e7\u00e3o desse trabalho? R: Depois desta fase dita mais de divulga\u00e7\u00e3o, de prepara\u00e7\u00e3o, vamos entrar numa outra fase dita de ausculta\u00e7\u00e3o. Ou seja, no primeiro semestre de 2027, as equipas sinodais, grupos sinodais, em todas as par\u00f3quias, secretariados, escolas, onde haja possibilidade de serem formadas, v\u00e3o ser auscultadas de acordo com materiais, conte\u00fados, esquemas que v\u00e3o ser divulgados, e de maneira que essa ausculta\u00e7\u00e3o vai ser feita. E desta ausculta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 depois poss\u00edvel elaborar aquilo que chamamos o instrumento de trabalho, que ser\u00e1 apresentado em Dezembro de 2027. Depois, essa escuta do Esp\u00edrito continuar\u00e1 sobretudo naquelas que n\u00f3s prevemos serem as tr\u00eas sess\u00f5es da Assembleia Sinodal que decorrer\u00e3o nos primeiros quatro meses de 2028. Portanto, a palavra, o di\u00e1logo, a escuta, tudo isso s\u00e3o termos sinodais que n\u00f3s queremos implementar. E, sobretudo, queremos que todo este esfor\u00e7o, este caminho, se transforme depois num processo, nesse novo estilo de ser Igreja que parte deste evento. N\u00e3o partimos do nada. H\u00e1 muito trabalho que j\u00e1 se fez, h\u00e1 muita participa\u00e7\u00e3o que j\u00e1 acontece, h\u00e1 muito di\u00e1logo que continuamente se processa e, portanto, penso que s\u00f3 um pouco mais de esfor\u00e7o que \u00e9 pedido a todos, tendo em conta aquilo que queremos. E, portanto, essa fase da escuta do esp\u00edrito, que n\u00e3o termina, que vai continuar, mas est\u00e1 mais ou menos presente nestes dois passos. E depois, ap\u00f3s a conclus\u00e3o do S\u00ednodo, a aprova\u00e7\u00e3o das propostas sinodais que se prev\u00ea para dia 4 de junho, dia de Pentecostes, de 2028, teremos depois a grande fase, o grande desafio que \u00e9 sempre a rece\u00e7\u00e3o. De maneira que em todo este caminho n\u00f3s queremos escutar verdadeiramente o Esp\u00edrito e queremos que todos participem nesta a\u00e7\u00e3o. P: Quer deixar um apelo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o? P: Quer deixar um apelo \u00e0 participa\u00e7\u00e3o? R: Como membro diocesano, e como todos os diocesanos, n\u00f3s esperamos e desejamos que todos se sintam protagonis as, sujeitos neste caminho. E, por isso, o grande convite \u00e9 o acolher da iniciativa, e depois o disponibilizar-se na ora\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m na participa\u00e7\u00e3o nos grupos sinodais e, sobretudo, manifestando o interesse em acompanhar todo o processo. Porque aquilo que n\u00f3s pedimos a quem vai ter a responsabilidade de assumir a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m o desta transpar\u00eancia, que tudo esteja ao alcance de todos. 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