{"id":32860,"date":"2026-09-19T13:33:42","date_gmt":"2026-09-19T13:33:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=32860"},"modified":"2026-09-24T09:23:43","modified_gmt":"2026-09-24T09:23:43","slug":"xxv-domingo-do-tempo-comum-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/xxv-domingo-do-tempo-comum-4\/","title":{"rendered":"XXV Domingo do Tempo Comum"},"content":{"rendered":"<p><strong><strong>\u00a01. INTRODU\u00c7\u00c3O GERAL<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>O testemunho de autenticidade de S\u00e3o Paulo ajuda a compreender que seguir Jesus Cristo n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de privil\u00e9gios e m\u00e9ritos, mas de configura\u00e7\u00e3o integral da vida: \u201co viver \u00e9 Cristo\u201d. O risco para o qual o profeta Isa\u00edas chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o de manipular Deus por meio de pensamentos e conceitos que apequenam seu \u201ctamanho\u201d. Como \u201ctrabalhadores da \u00faltima hora\u201d, somos chamados a viver uma vida de f\u00e9 que se identifica com a gratuidade divina e vence a tenta\u00e7\u00e3o de querer que Deus realize aquilo que achamos que ele deve realizar.<\/p>\n<ol>\n<li><strong> I leitura (Is 55,6-9)<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Isa\u00edas dirige as palavras da primeira leitura deste domingo aos que vivem no ex\u00edlio da Babil\u00f4nia. O convite \u00e9 para fazerem uma mudan\u00e7a de estilo de vida: ao inv\u00e9s de quererem que Deus fa\u00e7a o que eles desejam, o profeta adverte sobre a necessidade de orientar a vida para Deus: \u201cAbandone o \u00edmpio seu caminho, e o homem injusto, suas maquina\u00e7\u00f5es; volte para o Senhor, que ter\u00e1 piedade dele, volte para nosso Deus, que \u00e9 generoso no perd\u00e3o\u201d (v. 7).<\/p>\n<p>\u00c9 tentadora a vontade de \u201ccontrolar\u201d Deus; no entanto, a profecia ajuda a compreender que ele n\u00e3o \u00e9 um \u00eddolo. Deus \u00e9 do tamanho de si pr\u00f3prio, \u00e9 do tamanho do amor, \u00e9 do tamanho do perd\u00e3o e \u201cfoge\u201d de qualquer tentativa de aprisionamento ou de manipula\u00e7\u00e3o por parte dos nossos pensamentos. Converter-se significa identificar-se, como pessoa, com Deus e com sua grandeza: \u201cMeus pensamentos n\u00e3o s\u00e3o como os vossos pensamentos, e vossos caminhos n\u00e3o s\u00e3o como os meus caminhos, diz o Senhor\u201d (v. 8).<\/p>\n<p>O chamado \u00e0 convers\u00e3o dos exilados \u00e9 muito significativo tamb\u00e9m para nosso tempo. A liturgia da Palavra adverte sobre o risco de uma f\u00e9 meritocr\u00e1tica, que n\u00e3o deixa espa\u00e7o \u00e0 gra\u00e7a, \u00e0 gratuidade, para permitir que Deus seja ele mesmo com \u201cos pensamentos\u201d que lhe s\u00e3o pr\u00f3prios. Isso significa, ainda, possibilitar que a imagem de Deus que carregamos seja questionada, que o conceito de Deus que aprendemos possa ser amadurecido, a fim de que a f\u00e9 seja mais aut\u00eantica e sintonizada com o Deus revelado pela Sagrada Escritura.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> II leitura (Fl 1,20-24.27)<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>A carta de S\u00e3o Paulo aos Filipenses vai nos acompanhar nestes pr\u00f3ximos domingos. O ap\u00f3stolo tinha um carinho especial pelas pessoas dessa comunidade, que lhe demonstrou afeto e aten\u00e7\u00e3o. Escreveu a carta enquanto estava na pris\u00e3o, em \u00c9feso, e recebeu da comunidade de Filipos alimento, roupas e algum dinheiro. Muito agradecido, embora em momento de sofrimento extremo, Paulo testemunhou as dificuldades da sua vida: \u201cCristo vai ser glorificado no meu corpo, seja pela minha vida, seja pela minha morte\u201d (v. 20). Ele sente no corpo a fraqueza, a dor, e orienta o sofrimento para a cruz de Cristo.<\/p>\n<p>O testemunho de S\u00e3o Paulo sempre inspira nossa vida crist\u00e3: incans\u00e1vel na prega\u00e7\u00e3o, nas viagens para comunicar o Evangelho de Jesus Cristo, nas cartas que orientam para viver na pr\u00e1tica o seguimento de Jesus e ensinam os fundamentos da f\u00e9, na afli\u00e7\u00e3o das pris\u00f5es e das condena\u00e7\u00f5es, no discernimento das situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o foi compreendido, ele continua tendo a for\u00e7a de anunciar que faz tudo o que faz porque, nas suas palavras, \u201cpara mim, o viver \u00e9 Cristo e o morrer \u00e9 lucro\u201d (v. 21). Mesmo com todas as adversidades e contradi\u00e7\u00f5es da vida, \u201cs\u00f3 uma coisa importa: vivei \u00e0 altura do Evangelho de Cristo\u201d (v. 27).<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> Evangelho (Mt 20,1-16)<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O Evangelho deste domingo traz a par\u00e1bola que Jesus contou aos disc\u00edpulos sobre um patr\u00e3o que saiu pelas pra\u00e7as para buscar trabalhadores para a vinha. Logo cedo, o patr\u00e3o encontrou os primeiros e \u201cos contratou por uma moeda de prata\u201d (v. 2). \u00c0s 9 da manh\u00e3, continuou procurando e contratou outros (v. 3), fazendo o mesmo ao meio-dia, \u00e0s 3 (v. 5) e \u00e0s 5 da tarde (v. 6), tendo os \u00faltimos trabalhado apenas uma hora.<\/p>\n<p>No final do dia de trabalho, pagou cada um deles conforme tinha acertado: uma moeda de prata. Os \u00faltimos receberam antes e, quando chegou a vez dos primeiros, animados, pensavam que ganhariam muito mais, mas tamb\u00e9m receberam aquilo que fora combinado: uma moeda de prata. Como n\u00e3o paravam de murmurar, um deles recebeu uma advert\u00eancia s\u00e9ria do patr\u00e3o: \u201cEst\u00e1s com inveja, porque estou sendo bom?\u201d (v. 15).<\/p>\n<p>A par\u00e1bola rompe com a l\u00f3gica do m\u00e9rito que est\u00e1 instalada na nossa mente e no nosso cora\u00e7\u00e3o. O que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de custo <em>versus<\/em> benef\u00edcio. A par\u00e1bola ajuda a compreender e a viver a f\u00e9: uns acolheram antes, outros mais tarde, mas para todos a gra\u00e7a, a b\u00ean\u00e7\u00e3o, o amor do Pai s\u00e3o os mesmos! Somos n\u00f3s, hoje, os \u201ctrabalhadores da \u00faltima hora\u201d! Isso n\u00e3o significa que quem acreditou primeiro tenha privil\u00e9gios.<\/p>\n<p>A par\u00e1bola provoca a trocar a l\u00f3gica do privil\u00e9gio pela l\u00f3gica da gratuidade. A f\u00e9 \u00e9 um mist\u00e9rio: uns a receberam e vivem com maturidade, outros a descobriram e vivem com imaturidade, e outros ainda n\u00e3o a vivem e n\u00e3o deixam de ser pessoas boas. N\u00e3o cabe a ningu\u00e9m exigir a maior parte e querer apontar a dire\u00e7\u00e3o em que Deus deve ser bom!<\/p>\n<p>Pior ainda pode ser a tentativa de estabelecer com Deus uma rela\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica: \u201cEu ofere\u00e7o isso e quero em troca aquilo!\u201d Deus \u00e9 sempre bom, sempre gratuidade. A f\u00e9 \u00e9 um mergulho nesse amor para amadurecer a vida no caminho do bem, superando a l\u00f3gica dos mais fortes, dos privilegiados, deixando Deus ser Deus, do jeito de Deus!<\/p>\n<p><strong>III. PISTAS PARA REFLEX\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A gratuidade \u00e9 um estilo de vida. Por que fazemos o que fazemos? Aquilo que realizamos na nossa vida \u00e9 orientado para qual dire\u00e7\u00e3o? Para o m\u00e9rito ou para a gratuidade? Para o aplauso ou para a verdade? Crescer na gratuidade \u00e9 compreender aquilo que Deus espera de n\u00f3s e conformar nossos pensamentos aos dele. Isso exige um processo de convers\u00e3o aut\u00eantico que todos somos convidados a assumir. \u00c9 muito importante n\u00e3o esquecer aquilo que tamb\u00e9m Antoine de Saint-Exup\u00e9ry ensinou: \u201cO amor verdadeiro come\u00e7a l\u00e1 onde n\u00e3o se espera mais nada em troca\u201d. <span style=\"font-size: 10pt;\"><em>(Vida Pastoral-Paulus)<\/em><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/2026-09-20-A-Dom-XXV-TC.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">XXV DOMINGO DO TEMPO CUMUM<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a01. 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O convite \u00e9 para fazerem uma mudan\u00e7a de estilo de vida: ao inv\u00e9s de quererem que Deus fa\u00e7a o que eles desejam, o profeta adverte sobre a necessidade de orientar a vida para Deus: \u201cAbandone o \u00edmpio seu caminho, e o homem injusto, suas maquina\u00e7\u00f5es; volte para o Senhor, que ter\u00e1 piedade dele, volte para nosso Deus, que \u00e9 generoso no perd\u00e3o\u201d (v. 7). \u00c9 tentadora a vontade de \u201ccontrolar\u201d Deus; no entanto, a profecia ajuda a compreender que ele n\u00e3o \u00e9 um \u00eddolo. Deus \u00e9 do tamanho de si pr\u00f3prio, \u00e9 do tamanho do amor, \u00e9 do tamanho do perd\u00e3o e \u201cfoge\u201d de qualquer tentativa de aprisionamento ou de manipula\u00e7\u00e3o por parte dos nossos pensamentos. Converter-se significa identificar-se, como pessoa, com Deus e com sua grandeza: \u201cMeus pensamentos n\u00e3o s\u00e3o como os vossos pensamentos, e vossos caminhos n\u00e3o s\u00e3o como os meus caminhos, diz o Senhor\u201d (v. 8). O chamado \u00e0 convers\u00e3o dos exilados \u00e9 muito significativo tamb\u00e9m para nosso tempo. A liturgia da Palavra adverte sobre o risco de uma f\u00e9 meritocr\u00e1tica, que n\u00e3o deixa espa\u00e7o \u00e0 gra\u00e7a, \u00e0 gratuidade, para permitir que Deus seja ele mesmo com \u201cos pensamentos\u201d que lhe s\u00e3o pr\u00f3prios. Isso significa, ainda, possibilitar que a imagem de Deus que carregamos seja questionada, que o conceito de Deus que aprendemos possa ser amadurecido, a fim de que a f\u00e9 seja mais aut\u00eantica e sintonizada com o Deus revelado pela Sagrada Escritura. II leitura (Fl 1,20-24.27) A carta de S\u00e3o Paulo aos Filipenses vai nos acompanhar nestes pr\u00f3ximos domingos. O ap\u00f3stolo tinha um carinho especial pelas pessoas dessa comunidade, que lhe demonstrou afeto e aten\u00e7\u00e3o. Escreveu a carta enquanto estava na pris\u00e3o, em \u00c9feso, e recebeu da comunidade de Filipos alimento, roupas e algum dinheiro. Muito agradecido, embora em momento de sofrimento extremo, Paulo testemunhou as dificuldades da sua vida: \u201cCristo vai ser glorificado no meu corpo, seja pela minha vida, seja pela minha morte\u201d (v. 20). Ele sente no corpo a fraqueza, a dor, e orienta o sofrimento para a cruz de Cristo. O testemunho de S\u00e3o Paulo sempre inspira nossa vida crist\u00e3: incans\u00e1vel na prega\u00e7\u00e3o, nas viagens para comunicar o Evangelho de Jesus Cristo, nas cartas que orientam para viver na pr\u00e1tica o seguimento de Jesus e ensinam os fundamentos da f\u00e9, na afli\u00e7\u00e3o das pris\u00f5es e das condena\u00e7\u00f5es, no discernimento das situa\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o foi compreendido, ele continua tendo a for\u00e7a de anunciar que faz tudo o que faz porque, nas suas palavras, \u201cpara mim, o viver \u00e9 Cristo e o morrer \u00e9 lucro\u201d (v. 21). Mesmo com todas as adversidades e contradi\u00e7\u00f5es da vida, \u201cs\u00f3 uma coisa importa: vivei \u00e0 altura do Evangelho de Cristo\u201d (v. 27). Evangelho (Mt 20,1-16) O Evangelho deste domingo traz a par\u00e1bola que Jesus contou aos disc\u00edpulos sobre um patr\u00e3o que saiu pelas pra\u00e7as para buscar trabalhadores para a vinha. Logo cedo, o patr\u00e3o encontrou os primeiros e \u201cos contratou por uma moeda de prata\u201d (v. 2). \u00c0s 9 da manh\u00e3, continuou procurando e contratou outros (v. 3), fazendo o mesmo ao meio-dia, \u00e0s 3 (v. 5) e \u00e0s 5 da tarde (v. 6), tendo os \u00faltimos trabalhado apenas uma hora. No final do dia de trabalho, pagou cada um deles conforme tinha acertado: uma moeda de prata. Os \u00faltimos receberam antes e, quando chegou a vez dos primeiros, animados, pensavam que ganhariam muito mais, mas tamb\u00e9m receberam aquilo que fora combinado: uma moeda de prata. Como n\u00e3o paravam de murmurar, um deles recebeu uma advert\u00eancia s\u00e9ria do patr\u00e3o: \u201cEst\u00e1s com inveja, porque estou sendo bom?\u201d (v. 15). A par\u00e1bola rompe com a l\u00f3gica do m\u00e9rito que est\u00e1 instalada na nossa mente e no nosso cora\u00e7\u00e3o. O que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de custo versus benef\u00edcio. A par\u00e1bola ajuda a compreender e a viver a f\u00e9: uns acolheram antes, outros mais tarde, mas para todos a gra\u00e7a, a b\u00ean\u00e7\u00e3o, o amor do Pai s\u00e3o os mesmos! Somos n\u00f3s, hoje, os \u201ctrabalhadores da \u00faltima hora\u201d! Isso n\u00e3o significa que quem acreditou primeiro tenha privil\u00e9gios. A par\u00e1bola provoca a trocar a l\u00f3gica do privil\u00e9gio pela l\u00f3gica da gratuidade. A f\u00e9 \u00e9 um mist\u00e9rio: uns a receberam e vivem com maturidade, outros a descobriram e vivem com imaturidade, e outros ainda n\u00e3o a vivem e n\u00e3o deixam de ser pessoas boas. N\u00e3o cabe a ningu\u00e9m exigir a maior parte e querer apontar a dire\u00e7\u00e3o em que Deus deve ser bom! Pior ainda pode ser a tentativa de estabelecer com Deus uma rela\u00e7\u00e3o mercadol\u00f3gica: \u201cEu ofere\u00e7o isso e quero em troca aquilo!\u201d Deus \u00e9 sempre bom, sempre gratuidade. A f\u00e9 \u00e9 um mergulho nesse amor para amadurecer a vida no caminho do bem, superando a l\u00f3gica dos mais fortes, dos privilegiados, deixando Deus ser Deus, do jeito de Deus! III. PISTAS PARA REFLEX\u00c3O A gratuidade \u00e9 um estilo de vida. Por que fazemos o que fazemos? Aquilo que realizamos na nossa vida \u00e9 orientado para qual dire\u00e7\u00e3o? Para o m\u00e9rito ou para a gratuidade? Para o aplauso ou para a verdade? Crescer na gratuidade \u00e9 compreender aquilo que Deus espera de n\u00f3s e conformar nossos pensamentos aos dele. Isso exige um processo de convers\u00e3o aut\u00eantico que todos somos convidados a assumir. \u00c9 muito importante n\u00e3o esquecer aquilo que tamb\u00e9m Antoine de Saint-Exup\u00e9ry ensinou: \u201cO amor verdadeiro come\u00e7a l\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":32861,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-32860","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liturgia-dominical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32860","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32860"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32860\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32861"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32860"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32860"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32860"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}