{"id":32962,"date":"2026-10-10T13:40:08","date_gmt":"2026-10-10T13:40:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/?p=32962"},"modified":"2026-10-17T14:04:53","modified_gmt":"2026-10-17T14:04:53","slug":"xxviii-domingo-do-tempo-comum-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/xxviii-domingo-do-tempo-comum-4\/","title":{"rendered":"XXVIII Domingo do Tempo Comum"},"content":{"rendered":"<p><strong>NA CIDADE DO PORTO CELEBRA-SE NOSSA SENHORA DA VANDOMA, PADROEIRA DA CIDADE, solenidade que prevalece sobre a Missa do XXVIII Domingo do Tempo Comum. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Os coment\u00e1rios \u00e0 Liturgia da Palavra que se seguem referem-se ao 28.\u00ba domingo e n\u00e3o \u00e0s leituras escolhidas para a celebra\u00e7\u00e3o da solenidade, nas par\u00f3quias da cidade do Porto. <\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong> INTRODU\u00c7\u00c3O GERAL<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O banquete que perpassa a primeira leitura e o Evangelho deste domingo \u00e9 uma par\u00e1bola da alegria, da festa, do Reinado de Deus. O banquete \u00e9 manifesta\u00e7\u00e3o do c\u00e9u, que j\u00e1 come\u00e7a aqui, agora, no espa\u00e7o e no tempo. A mesa da eternidade deve ser antecipada por rela\u00e7\u00f5es verdadeiramente humanas, fundadas na justi\u00e7a e no amor. O profeta Isa\u00edas apresenta o banquete como promessa divina, como desejo futuro. O Evangelho de Mateus mostra o banquete se realizando, as n\u00fapcias acontecendo, e tamb\u00e9m o convite destinado a todas as pessoas, especialmente \u00e0quelas que habitam as \u201cencruzilhadas do mundo\u201d. Mais do que permanecer focado na rejei\u00e7\u00e3o de muitos dos convidados, o fundamental \u00e9 perceber o convite do Pai: \u201cVinde para a festa\u201d. \u00c9 nas contradi\u00e7\u00f5es das experi\u00eancias da vida, testemunha Paulo, que se pode viver uma confian\u00e7a sem limites: \u201cTudo posso naquele que me d\u00e1 for\u00e7a\u201d.<\/p>\n<ol>\n<li><strong> COMENT\u00c1RIO DOS TEXTOS B\u00cdBLICOS<\/strong><\/li>\n<li><strong> I leitura (Is 25,6-10)<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O profeta Isa\u00edas anuncia um grande banquete que ser\u00e1 preparado pelo Senhor: \u201cde ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos\u201d (v. 6). Ao contr\u00e1rio dos banquetes dos soberanos, que escolhiam a dedo quem deles poderia participar, geralmente os organizando para refor\u00e7ar o poder pol\u00edtico e manter os privil\u00e9gios, o banquete do Senhor \u00e9 destinado \u201cpara todos os povos\u201d (v. 6). Ningu\u00e9m ficar\u00e1 de fora!<\/p>\n<p>A imagem de uma grande mesa, na qual h\u00e1 lugar para todas as pessoas, \u00e9 emblem\u00e1tica. Trata-se de uma representa\u00e7\u00e3o da eternidade, antecipada na fraternidade dos povos, na comunh\u00e3o entre os irm\u00e3os e irm\u00e3s, na experi\u00eancia comunit\u00e1ria de cada dia. Aquilo que Deus vai realizar no banquete revelado pelo profeta, no fundo, \u00e9 o sonho de uma vida cheia de sentido: \u201cO Senhor Deus eliminar\u00e1 para sempre a morte e enxugar\u00e1 as l\u00e1grimas de todas as faces e acabar\u00e1 com a desonra do seu povo em toda a terra\u201d (v. 8). O minist\u00e9rio p\u00fablico de Jesus, o Filho de Deus, p\u00f4s o sofrimento das pessoas no centro da sua a\u00e7\u00e3o. Sua sensibilidade pela vida fez que nenhuma l\u00e1grima passasse despercebida, nenhum marginalizado fosse indigno de aten\u00e7\u00e3o, nenhum pecador tivesse trancada a oportunidade de um novo come\u00e7o.<\/p>\n<p>O banquete encontra seu \u00e1pice na comunh\u00e3o total com Deus. N\u00e3o se trata de uma refei\u00e7\u00e3o isolada ou fadada a ter um fim em si mesma, mas destinada \u00e0 alegria eterna de permanecermos bem pr\u00f3ximos do Senhor: \u201cvamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo\u201d (v. 9).<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> II leitura (Fl 4,12-14.19-20)<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>S\u00e3o Paulo testemunha sua confian\u00e7a total no Senhor, n\u00e3o obstante as contrariedades que a vida apresentou: \u201cTudo posso naquele que me d\u00e1 for\u00e7a\u201d (v. 13). Tal intimidade com Deus, que Paulo experimentou desde sua convers\u00e3o, fez que ele vivesse intensamente: na mis\u00e9ria e na abund\u00e2ncia, na fome e na fartura, na sobra e na necessidade. O ap\u00f3stolo viveu tudo por causa de Jesus Cristo e assumiu tudo como uma escola para seguir mais fielmente seu Mestre.<\/p>\n<p>As poucas linhas dessa leitura ajudam a compreender a gratid\u00e3o com que Paulo acolheu a manifesta\u00e7\u00e3o e os presentes recebidos da comunidade de Filipos enquanto estava na pris\u00e3o. O gesto comunit\u00e1rio \u00e9 como um rem\u00e9dio para amenizar a dor e o isolamento vividos no c\u00e1rcere. Por um lado, os seguidores de Jesus e pregadores do Evangelho s\u00e3o desprezados e aniquilados em raz\u00e3o do apostolado que realizam; por outro, s\u00e3o presenteados com o amor e a aten\u00e7\u00e3o de muitos que foram gerados por eles na vida crist\u00e3. Paulo agradeceu tamanha generosidade: \u201cfizestes bem em compartilhar as minhas dificuldades\u201d (v. 14).<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> Evangelho (Mt 22,1-14)<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>\u201cA Igreja tem de ser um espelho das encruzilhadas do mundo\u201d, dizia o Pe. Jos\u00e9 Tolentino Mendon\u00e7a, na capela do Rato, em Lisboa, antes de ser eleito cardeal. Na mesma Lisboa, em julho de 2023, o refr\u00e3o do papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, ressoava: \u201cA Igreja \u00e9 de todos, todos, todos!\u201d De fato, no Evangelho, acolhemos mais uma par\u00e1bola de Jesus: um rei preparou uma grande festa de casamento para seu filho. Com a recusa de todos os convidados, o rei disse aos empregados: \u201cide at\u00e9 as encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes\u201d (v. 9). Todos foram convidados, bons e maus; a \u00fanica exig\u00eancia do rei era \u201co traje de festa\u201d.<\/p>\n<p>A imagem da festa, do banquete, da comida, da bebida, da mesa, de pessoas reunidas, atravessa toda a liturgia da Palavra deste domingo. S\u00e3o desenhos do cotidiano que formam a cartografia de Deus. Christoph Theobald, um dos maiores te\u00f3logos do nosso tempo, refletiu sobre o conceito do \u201ccristianismo como estilo\u201d, segundo o qual ser crist\u00e3o \u00e9 uma forma de habitar o mundo, uma maneira de viver o cotidiano, um conte\u00fado que se vive na pr\u00e1tica, no jeito de ser. A festa de Deus \u00e9 para todos, \u00e9 a festa da terra e do c\u00e9u. O \u201ctraje\u201d exigido pelo rei n\u00e3o \u00e9 uma m\u00e1scara, uma fantasia, sen\u00e3o que a capacidade de ser livre no amor, tal como a experi\u00eancia nupcial.<\/p>\n<p>\u201cVinde para a festa\u201d (v. 4) \u00e9 o convite sagrado! O rei n\u00e3o faz um cat\u00e1logo de puros e impuros, mas chama a todos, todos, todos! Mais importante do que a resposta de cada convidado \u2013 muitos n\u00e3o quiseram ir \u2013 \u00e9 o convite do rei. Esse convite d\u00e1 a mesma dignidade a cada convidado: todos s\u00e3o importantes, todos s\u00e3o \u00fanicos, todos cabem no amor. Deve ser esta a tarefa da comunidade crist\u00e3: nunca separar, nunca dispersar, sempre abrir, sempre ser espa\u00e7o da alegria de Deus.<\/p>\n<p>Nestes dias t\u00e3o dif\u00edceis, em que a humanidade experimenta uma sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia, encontrando-se sufocada por guerras atravessadas por discursos religiosos, \u00e9 importante pedir a gra\u00e7a do discernimento e do compromisso de n\u00e3o reproduzir separa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o alimentar o \u00f3dio, n\u00e3o propagar disputas, mas \u201chabitar\u201d a veste da humaniza\u00e7\u00e3o, o estilo da reconcilia\u00e7\u00e3o, que \u00e9 o melhor caminho para a vida divina, para a vida realmente nova.<\/p>\n<p><strong>III. PISTAS PARA REFLEX\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O banquete de Deus deve ser antecipado pela decis\u00e3o de viver rela\u00e7\u00f5es novas, fundadas na fraternidade e no amor. O papa Francisco recordava, na Carta Enc\u00edclica <em>Fratelli Tutti,<\/em> que a vida subsiste onde ha\u0301 v\u00ednculo, comunh\u00e3o, fraternidade; e e\u0301 uma vida mais forte do que a morte, quando se constr\u00f3i sobre verdadeiras rela\u00e7\u00f5es e v\u00ednculos de fidelidade. Pelo contr\u00e1rio, n\u00e3o ha\u0301 vida quando se tem a pretens\u00e3o de pertencer apenas a si mesmo e de viver como ilhas: nestas atitudes prevalece a morte (n. 87). <span style=\"font-size: 10pt;\"><em>(Vida Pastoral-Paulus)<\/em><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/2026-10-11-A-Dom-XXVIII-TC.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">XXVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NA CIDADE DO PORTO CELEBRA-SE NOSSA SENHORA DA VANDOMA, PADROEIRA DA CIDADE, solenidade que prevalece sobre a Missa do XXVIII Domingo do Tempo Comum. 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Mais do que permanecer focado na rejei\u00e7\u00e3o de muitos dos convidados, o fundamental \u00e9 perceber o convite do Pai: \u201cVinde para a festa\u201d. \u00c9 nas contradi\u00e7\u00f5es das experi\u00eancias da vida, testemunha Paulo, que se pode viver uma confian\u00e7a sem limites: \u201cTudo posso naquele que me d\u00e1 for\u00e7a\u201d. COMENT\u00c1RIO DOS TEXTOS B\u00cdBLICOS I leitura (Is 25,6-10) O profeta Isa\u00edas anuncia um grande banquete que ser\u00e1 preparado pelo Senhor: \u201cde ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos\u201d (v. 6). Ao contr\u00e1rio dos banquetes dos soberanos, que escolhiam a dedo quem deles poderia participar, geralmente os organizando para refor\u00e7ar o poder pol\u00edtico e manter os privil\u00e9gios, o banquete do Senhor \u00e9 destinado \u201cpara todos os povos\u201d (v. 6). Ningu\u00e9m ficar\u00e1 de fora! A imagem de uma grande mesa, na qual h\u00e1 lugar para todas as pessoas, \u00e9 emblem\u00e1tica. Trata-se de uma representa\u00e7\u00e3o da eternidade, antecipada na fraternidade dos povos, na comunh\u00e3o entre os irm\u00e3os e irm\u00e3s, na experi\u00eancia comunit\u00e1ria de cada dia. Aquilo que Deus vai realizar no banquete revelado pelo profeta, no fundo, \u00e9 o sonho de uma vida cheia de sentido: \u201cO Senhor Deus eliminar\u00e1 para sempre a morte e enxugar\u00e1 as l\u00e1grimas de todas as faces e acabar\u00e1 com a desonra do seu povo em toda a terra\u201d (v. 8). O minist\u00e9rio p\u00fablico de Jesus, o Filho de Deus, p\u00f4s o sofrimento das pessoas no centro da sua a\u00e7\u00e3o. Sua sensibilidade pela vida fez que nenhuma l\u00e1grima passasse despercebida, nenhum marginalizado fosse indigno de aten\u00e7\u00e3o, nenhum pecador tivesse trancada a oportunidade de um novo come\u00e7o. O banquete encontra seu \u00e1pice na comunh\u00e3o total com Deus. N\u00e3o se trata de uma refei\u00e7\u00e3o isolada ou fadada a ter um fim em si mesma, mas destinada \u00e0 alegria eterna de permanecermos bem pr\u00f3ximos do Senhor: \u201cvamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo\u201d (v. 9). II leitura (Fl 4,12-14.19-20) S\u00e3o Paulo testemunha sua confian\u00e7a total no Senhor, n\u00e3o obstante as contrariedades que a vida apresentou: \u201cTudo posso naquele que me d\u00e1 for\u00e7a\u201d (v. 13). Tal intimidade com Deus, que Paulo experimentou desde sua convers\u00e3o, fez que ele vivesse intensamente: na mis\u00e9ria e na abund\u00e2ncia, na fome e na fartura, na sobra e na necessidade. O ap\u00f3stolo viveu tudo por causa de Jesus Cristo e assumiu tudo como uma escola para seguir mais fielmente seu Mestre. As poucas linhas dessa leitura ajudam a compreender a gratid\u00e3o com que Paulo acolheu a manifesta\u00e7\u00e3o e os presentes recebidos da comunidade de Filipos enquanto estava na pris\u00e3o. O gesto comunit\u00e1rio \u00e9 como um rem\u00e9dio para amenizar a dor e o isolamento vividos no c\u00e1rcere. Por um lado, os seguidores de Jesus e pregadores do Evangelho s\u00e3o desprezados e aniquilados em raz\u00e3o do apostolado que realizam; por outro, s\u00e3o presenteados com o amor e a aten\u00e7\u00e3o de muitos que foram gerados por eles na vida crist\u00e3. Paulo agradeceu tamanha generosidade: \u201cfizestes bem em compartilhar as minhas dificuldades\u201d (v. 14). Evangelho (Mt 22,1-14) \u201cA Igreja tem de ser um espelho das encruzilhadas do mundo\u201d, dizia o Pe. Jos\u00e9 Tolentino Mendon\u00e7a, na capela do Rato, em Lisboa, antes de ser eleito cardeal. Na mesma Lisboa, em julho de 2023, o refr\u00e3o do papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, ressoava: \u201cA Igreja \u00e9 de todos, todos, todos!\u201d De fato, no Evangelho, acolhemos mais uma par\u00e1bola de Jesus: um rei preparou uma grande festa de casamento para seu filho. Com a recusa de todos os convidados, o rei disse aos empregados: \u201cide at\u00e9 as encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes\u201d (v. 9). Todos foram convidados, bons e maus; a \u00fanica exig\u00eancia do rei era \u201co traje de festa\u201d. A imagem da festa, do banquete, da comida, da bebida, da mesa, de pessoas reunidas, atravessa toda a liturgia da Palavra deste domingo. S\u00e3o desenhos do cotidiano que formam a cartografia de Deus. Christoph Theobald, um dos maiores te\u00f3logos do nosso tempo, refletiu sobre o conceito do \u201ccristianismo como estilo\u201d, segundo o qual ser crist\u00e3o \u00e9 uma forma de habitar o mundo, uma maneira de viver o cotidiano, um conte\u00fado que se vive na pr\u00e1tica, no jeito de ser. A festa de Deus \u00e9 para todos, \u00e9 a festa da terra e do c\u00e9u. O \u201ctraje\u201d exigido pelo rei n\u00e3o \u00e9 uma m\u00e1scara, uma fantasia, sen\u00e3o que a capacidade de ser livre no amor, tal como a experi\u00eancia nupcial. \u201cVinde para a festa\u201d (v. 4) \u00e9 o convite sagrado! O rei n\u00e3o faz um cat\u00e1logo de puros e impuros, mas chama a todos, todos, todos! Mais importante do que a resposta de cada convidado \u2013 muitos n\u00e3o quiseram ir \u2013 \u00e9 o convite do rei. Esse convite d\u00e1 a mesma dignidade a cada convidado: todos s\u00e3o importantes, todos s\u00e3o \u00fanicos, todos cabem no amor. Deve ser esta a tarefa da comunidade crist\u00e3: nunca separar, nunca dispersar, sempre abrir, sempre ser espa\u00e7o da alegria de Deus. Nestes dias t\u00e3o dif\u00edceis, em que a humanidade experimenta uma sensa\u00e7\u00e3o de impot\u00eancia, encontrando-se sufocada por guerras atravessadas por discursos religiosos, \u00e9 importante pedir a gra\u00e7a do discernimento e do<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":32964,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"nf_dc_page":"","footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-32962","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liturgia-dominical"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32962","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32962"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32962\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32964"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32962"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32962"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paroquiaderamalde.pt\/wrdp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32962"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}