Instituído pelo Papa Francisco em 2021, a Igreja celebra no próximo domingo, dia 27 de Julho, o Dia Mundial dos Avós e dos Idosos.

Na sua primeira mensagem para celebrar este dia, o Papa Leão XIV, refere que a Sagrada Escritura apresenta vários homens e mulheres que, apesar da sua idade avançada, receberam a manifestação da Graça de Deus. Muitos deles, Moisés, Abraão, Sara, Zacarias, Isabel, tiveram uma acção relevante na História da Salvação e representam ainda para os cristãos exemplos de fé e esperança.

Os avós são insubstituíveis na família. São eles que com a sua sabedoria conseguem equilibrar muitas das famílias que navegam em águas turvas e sem qualquer rumo. São também eles que são os fiéis transmissores dos valores morais e, principalmente, cristãos, aos netos e até mesmo aos bisnetos.

Como dizia S. Crisóstomo, “Os avós são como a raiz da árvore: invisíveis, mas essenciais para que a árvore cresça e dê frutos.”

Os idosos, que inclui evidentemente a maioria dos avós, têm um importante papel na sociedade. Eles são os depositantes de tanta sabedoria e de experiência de vida, características indispensáveis para edificar uma sociedade inclusiva e capaz de olhar para todos da mesma forma. O idadismo, a rejeição e a indiferença não devem fazer parte da forma de relacionamento com os mais idosos.  A sociedade actual precisa de olhar para os mais idosos com respeito e não os tratar como algo descartável.

Como dizia o Papa Francisco, “que os idosos não são “sobras da vida” a serem jogadas fora e que “hoje há necessidade de uma nova aliança entre jovens e idosos: necessidade de partilhar o tesouro comum da vida, sonhar juntos, superar os conflitos entre as gerações para preparar o futuro de todos”.