Na sua mensagem para o XXXIV Dia do Doente, cujo título é“A compaixão do samaritano: amar carregando a dor do outro”,  o Papa Leão XIV recorda a parábola do Bom Samaritano do evangelho de S. Lucas.

Como reflexão, o Papa fala-nos do dom do encontro e da alegria, afirmando que “Vivemos imersos na cultura do efémero, do imediato, da pressa, bem como do descarte e da indiferença, que impede de nos aproximarmos e pararmos no caminho para olhar as necessidades e os sofrimentos à nossa volta”; da compaixão, afirmando que “ter compaixão implica uma emoção profunda, que conduz à ação. É um sentimento que brota do interior e leva a assumir um compromisso com o sofrimento alheio”; da necessidade de se cumprir o “duplo mandamento” de amar a Deus e ao próximo, recordando que “A primazia do amor divino implica que a ação do homem seja realizada sem interesse pessoal ou recompensa, mas como manifestação de um amor que transcende as normas rituais e se traduz num culto autêntico: servir o próximo é amar a Deus na prática”.