O Papa, durante o Angelus neste 11º Domingo do Tempo Comum, ao comentar o Evangelho do dia com os fiéis reunidos na Praça São Pedro, destacou que “Deus está atento aos sofrimentos do homem e sofre com ele.” Tendo-se feito nosso irmão, o Filho de Deus olha para as pessoas, olha para a humanidade: vê a opressão que subjuga e a violência que tira as forças. Vê as feridas das guerras e o vazio do consumismo. “Ele vê rostos reduzidos a máscaras, famílias destruídas pelo mal e jovens iludidos por falsos ideais. Jesus vê e ama. Ele ama e sofre por nós e conosco: a sua compaixão expressa não apenas proximidade fraterna, mas também a vontade de redenção”.
“Ele, com efeito, – disse o Papa – conhece o nosso coração e cuida dele: diante de tantas pessoas que são como “ovelhas sem pastor, Cristo dedica-se a todas elas enquanto bom pastor e, na qualidade de senhor da messe, envia trabalhadores para o campo do mundo”.
Leão também lembrou que entre os doze apóstolos escolhidos por Jesus para sua missão estão “Simão, chamado Pedro, o primeiro, e também Judas Iscariotes, o último, para nos lembrar que é possível seguir Jesus e traí-lo, mas o Evangelho permanece para todos uma palavra viva e verdadeira”.
A Boa Nova que atravessa os séculos é idêntica, sempre jovem, fresca e libertadora: “O Reino do Céu está perto! Sim, está próximo porque, em Jesus Cristo, Deus aproxima-se de cada homem e mulher, de cada povo e nação”.